domingo, 29 de junho de 2008

A casa que sangra no Jardim Bizarro.

Sem dúvida, essa notícia inspira muitas idéias sobrenaturais, mas eu estou tão intrigado com isso (deve ser trote, não é possível...) que não consegui encaixá-la em nenhum jogo de RPG.
É simplesmente uma casa que sangra pelo chão, sangue humano... E é uma história verdadeira, o nome do bairro é "JARDIM BIZARRO" mesmo! É notícia no "UOl Notícias", tá'qui o link !
Tudo bem que eu encontrei esse link no Blog da revista MAD , o que tiraria credibilidade até de chuva em tempo nublado, mas o site UOL é sério. Já chamaram até o padre Quevedo (pesquise por mais notícias sobre o assunto no próprio site) !

sexta-feira, 27 de junho de 2008

IRPG Cast 01 - "Respondento às perguntas dos internautas"

Bruno, Intruder, Pokoloko, Roj e Shoran não se esforçam nem um pouco para responder perguntas de internautas sobre RPG neste primeiro podcast do "Idéias para jogos de RPG" .

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Enchente doméstica.

Essa idéia é uma espécie de pesadelo futurista, ideal para jogos de um dia só. Os personagens morarão em uma "casa do futuro" dessa em que tudo é controlado por computador. Podem até ser uma família, mas o ideal seria uma república com vários jovens, cada um trabalhando em uma área ou colegas de empresa mesmo.
O pesadelo começa em uma noite, em que um mecanismo básico da caixa d'água falha, e a água começa a vazar e inundar a casa. Os personagens não acordarão de cara, o som metálico de janelas de segurança se fechando vai despertá-los. A água interferiu no sistema elétrico da casa, ativando o sistema de segurança que tranca toda a casa com placas metálicas reforçadas e desabilitando toda a eletricidade da casa na sequência.
É isso: um lar transfornado em uma caverna escura e o nível de água subindo a cada minuto. Um pouco de água sai pelas portas e janelas lacradas, porém, está entrando mais água do que saindo.
A solução: eu não sei!
É recomendável que o mestre-de-jogo estude com antecedência a estrutura de casas, seus encanamentos, lajes e fiações elétricas; para poder lidar com os improvisos dos personagens nesse jogo.
Depois de um pouco de desespero, os personagens começarão a tentar várias fugas, quebrar o teto com uma cadeira, pedir socorro pelo celular, desparafusar a grade do ar-condicionado, etc.
A brincadeira é descobrir algum motivo para as primeiras tentativas falharem (falar q esse material é reforçado/isolado/quebrado, rolar os dados para um teste de qualquer coisa e contar que não deu certo, sabe como é...), até que, lá pela terceira tentativa, dependendo da empolgação dos jogadores, o plano funciona e eles escapam do lar, doce, lar.

domingo, 22 de junho de 2008

Para argumentar quando alguém te perturbar.

Não é idéia para jogo, mas pode ser útil para alguém que está sendo pentelhado por aqueles malas do ####### que não tem a mínima idéia do que é RPG e, exatamente por isso, ficam falando bobagens.
O texto foi postado em 19/05/05 por Calliban, em uma comunidade do Orkut; tem algumas forçadas de barra, afinal, tem caras que jogam RPG e continuam burros e bêbados, mas ainda assim, é fonte de inspiração para dar rasteiras mentais nos fanáticos de sempre.

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“Como o RPG arruinou minha vida".

Já que é apenas isso que os preconceituosos aceitam como verdade, vamos lá. Contarei aqui em algumas linhas como esse jogo arruinou minha vida.
- O RPG Arruinou meus Estudos:
Antes de jogar RPG, eu estudava horas por dia, para conseguir notas como 5 e 6 na escola. Assistia as aulas de má vontade, e não encontrava motivações para permanecer estudando.
Depois que comecei a jogar RPG, passei a me interessar bastante por Historia, Política, Geografia, Biologia, Física, Matemática, Química, Inglês, Literatura... passei a ler livros de historiadores e cientistas com gosto, me esforçando para aprender tudo. No jogo, queria sempre estar ciente das coisas, e por isso, parei de estudar com o intuito de passar de ano, e passei a estudar para me divertir. Li dezenas de livros para vestibular que os jovens de hoje torcem o nariz, estudei com gosto, e sabendo para que serviam, todas as matérias. Claro, parei de estudar para a escola por horas. Agora estudo para me divertir. Como resultado, passei nos melhores vestibulares do pais nas primeiras posições, e hoje sou um dos melhores alunos de meu curso.
O RPG arruinou meus estudos. O jogo me fez pegar gosto por leitura e por aprender, algo inconcebível! Acho que eu deveria largar minhas notas altas e o jogo, e voltar a ficar intermináveis horas estudando sem vontade para tirar notas medíocres.
- O RPG criou-me um problema com Álcool:
Antes de jogar RPG, divertia-me saindo com os amigos, bebendo até cair nas boates, e recuperando o dinheiro de todas as festas em cerveja. Arriscava a vida dos outros dirigindo alcoolizado, e toda semana tinha um grande bafo. Saia de noite, e deixava meus pais aflitos por horas (ou dias), sem saber quando voltaria, e se eu estava bem. Depois que comecei a jogar RPG, passei a rejeitar o Álcool. É impossível jogar sem estar com a mente limpa e bem ativa, já que o jogo é um exercício de inteligência e imaginação. O jogo me ensinou que é possível se divertir e se socializar sem estar sob efeito de nenhum tipo de droga, nem mesmo algo inocente como o álcool. O RPG criou-me um problema com Álcool. Agora, eu não bebo, e acho que isto é um grande problema para a industria de bebidas. Um jovem consciente e inteligente não deveria ficar em casa sem causar preocupação aos pais, ou evitar dirigir alcoolizado, sem por em risco a vida das pessoas. Ele deveria se embebedar e sair por ai cometendo barbaridades.
- O RPG arruinou minha religião:
Antes de jogar RPG, eu odiava religião, e blasfemava como um jovem revoltado. Odiava qualquer tipo de cerimonia religiosa, e nem sequer tinha idéia do que era a bíblia. Ofendia bravamente todos os que acreditavam. Depois que comecei a jogar RPG, me interessei por religião, pois meus personagens favoritos em jogos eram padres. Passei a perguntar para pessoas entendidas no assunto, e acabei me sentido motivado a ler o livro sagrado, bem como assistir cerimonias religiosas para entender seu funcionamento. Nunca mais blasfemei, e agora me sinto uma pessoa mais culta. O RPG arruinou minha religião. É bem mais saudável para uma pessoa chegar em um templo gritando e blasfemando, do que entender, respeitar e até mesmo se interessar por seus credos. Obviamente, ter interesse por religião é algo profano, e eu deveria ter continuado a blasfemar livremente.

- O RPG me mostrou a violência:
Antes de jogar RPG, eu assistia todo o tipo de violência na TV, e achava normal. Fazia inclusive maldades infantis com animais, e brigava muito na escola, mesmo sem motivo. As vezes, discutia com as pessoas por nada. Depois que comecei a jogar RPG, passei a pensar mais nos fatos do dia a dia, e conclui o quão grave era a violência no mundo. O Jogo me mostrou uma diferença que a TV não conseguia - a da realidade para a ficção. Passei a fazer partes de movimentos pela paz, e hoje prefiro dialogar, mesmo que sendo ofendido e não compreendido, do que partir para a ignorância. Não assisto muitos filmes de ação, por considera-los sem historia, apenas uma pilha de sangue e mortes. O RPG me mostrou a violência. Com certeza, eu deveria ter ficado como tantos outros jovens, influenciado pela mídia, e quem sabe cometer algum crime? Ser pacifista e prezar pela vida é com certeza um defeito que este jogo me deu.
- O RPG destruiu minha vida social:
Antes de jogar RPG, eu ia em festas e encontros onde as pessoas humilhavam umas as outras, bêbadas e drogadas, fazendo um eterno teatro de falsidade. Muitas vezes, fazíamos coisas dignas de bandidos. Era aficionado por estar sempre na moda, beber mais que todos, ter o melhor carro, assistir todos os programas da TV, ir mal na escola, apostar rachas, e todo o tipo de coisa que jovens desmiolados fazem em suas vidas sociais. Tinha preconceito de tudo, e estava sempre pronto a humilhar alguém diferente, sem sequer tentar entende-lo. Depois que comecei a jogar RPG, passei a ver o quão infantil e idiota era meu antigo comportamento. Passei a encontrar-me com amigos mais saudáveis, não para beber e ficar, mas para conversar amigavelmente, aumentar meus horizontes, e me sentir menos enganado. Passei a conhecer as pessoas pelo que elas realmente são, e nunca mais tive preconceito com nada. Tenho uma vida social mais ativa e mais estável agora, com pessoas que pensam como eu e não tem intenções ruins.
O RPG destruiu minha vida social. É indiscutível que as barbaridades sexualistas das festas, o consumo pesado de drogas e a pronta capacidade de humilhar alguém é algo totalmente necessário para a formação de um indivíduo integro. Pessoas que preferem encontrar os amigos em cinemas, livrarias ou restaurantes, ao invés de boates, clubes e botecos com certeza são a pior escoria da sociedade.

Acho que o RPG contribui fortemente para fazer um adolescente padrão e revoltado se tornasse um adulto estudioso, amigável e aberto a novas idéias. Obviamente, isto é um grande problema. Como uma pessoa integra poderia ser útil no mundo de hoje? Bem, amigos, pela minha historia de vida, que acredito ser semelhante à de muitos de vocês, acredito que se o RPG foi responsável por isso, com certeza ele deva ser proibido. É claro, a menos que você não entenda ironia.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Eu compro a sua vesícula.

Uma idéia interessante para quem está montando uma campanha policial.
A imprensa denuncia um esquema ilegal de transplante de órgãos. Tendo dinheiro, pessoas conseguem qualquer tipo de transplante sem precisar passar por qualquer tipo de seleção ou fila.
A agência de investigação da qual os jogadores fazem parte é pressionada a desmontar tal esquema.
Nesse ponto, o mestre-de-jogo já deve planejar alguns detalhes desta reportagem, o réporter que conseguiu a notícia, alguns clientes que receberam transplantes e alguns médicos que participam do esquema.
Investigando, os jogadores descobrem pistas de um grupo de médicos que retiram órgãos de pacientes que morrem independente de permissão de familiares ou qualquer outro tipo de documentação.
O crime pode até ser melhor adaptado à realidade brasileira, colocando a origem dos tais órgãos em pacientes do sistema de saúde público.
O grupo que está por trás desses transplantes está recebendo muito dinheiro, e não quer perder essa mina de ouro para um grupo de investigadores, sendo capazes até de contratar assassinos para se livrarem de quem meter o nariz onde não deve.
O dilema que será enfrentado, por pelo menos um dos jogadores, é o fato de que ele tem um familiar muito querido na fila dos transplantes, e as chances de sua vez chegar antes da morte são poucas.
E aí? Ele irá negociar com o inimigo ou fará cumprir a lei?
Só para finalizar: se o parente for deixado na fila dos transplantes, ele morre no final do jogo.