sexta-feira, 20 de junho de 2008

Eu compro a sua vesícula.

Uma idéia interessante para quem está montando uma campanha policial.
A imprensa denuncia um esquema ilegal de transplante de órgãos. Tendo dinheiro, pessoas conseguem qualquer tipo de transplante sem precisar passar por qualquer tipo de seleção ou fila.
A agência de investigação da qual os jogadores fazem parte é pressionada a desmontar tal esquema.
Nesse ponto, o mestre-de-jogo já deve planejar alguns detalhes desta reportagem, o réporter que conseguiu a notícia, alguns clientes que receberam transplantes e alguns médicos que participam do esquema.
Investigando, os jogadores descobrem pistas de um grupo de médicos que retiram órgãos de pacientes que morrem independente de permissão de familiares ou qualquer outro tipo de documentação.
O crime pode até ser melhor adaptado à realidade brasileira, colocando a origem dos tais órgãos em pacientes do sistema de saúde público.
O grupo que está por trás desses transplantes está recebendo muito dinheiro, e não quer perder essa mina de ouro para um grupo de investigadores, sendo capazes até de contratar assassinos para se livrarem de quem meter o nariz onde não deve.
O dilema que será enfrentado, por pelo menos um dos jogadores, é o fato de que ele tem um familiar muito querido na fila dos transplantes, e as chances de sua vez chegar antes da morte são poucas.
E aí? Ele irá negociar com o inimigo ou fará cumprir a lei?
Só para finalizar: se o parente for deixado na fila dos transplantes, ele morre no final do jogo.

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