sábado, 30 de julho de 2011

Game Online: HRmaggeddon

Que tal alterar as normas de comportamento e transformar uma situação comum em um novo cenário?
HRmaggeddon transforma personagens do cotidiano de um escritório em guerreiros de um jogo de estratégia onde vale tude, de arremesso de mouse a assédio sexual.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Fora Superman!

Como fazer um filme de uma Super Equipe com o SuperMan presente?
Assim como em um jogo de RPG, que sentido faz deixar que um jogador controle um personagem de nível 30 enquanto os outros jogadores são apenas nível 3.
Em um jogo que tivesse algum desafio para os personagens nível 3, o jogador com o nível 30 teria que ser extremamente burro para não resolver todo o desafio em menos do que 5 minutos.
Já em um jogo desafiante para o personagem nível 30, o maior problema seria evitar que os nível 3 morressem nos primeiros 5 minutos da história.

A Marvel vai arriscar fazer um filme com meia dúzia de cidadãos fantasiados e um alienígena considerado uma divindade, tamanho é o seu poder.
Com o Thor presente, faz alguma diferença um rojão do homem de ferro? Ou uma escudada do Capitão América?
Ou será que vão colocar o mimadão de Asgard de castigo novamente para que os outros personagens façam alguma coisa antes dele pedir diculpa po papai e recuperar seus brinquedinhos?

A DC está aguardando a solução da Marvel para seus "Vingadores" para saber que enganação ele podem fazer com o Superman para que saia o filme da "Liga da Justiça", enquanto isso, já estão fazendo audições para tentar achar um substituto para o foderoso filho de krypton:




quinta-feira, 28 de julho de 2011

Em breve, nos cinemas:

Capitão América - 29/07/2011

Um estoudo pode ser feito sobre adaptações necessárias para diferentes mídias.
Nos quadrinhos, dava para passar um supersoldado resolvendo tiroteios arremessando um escudo que desarmava todos os inimigos, quicava na parede e voltava para a sua mão; mas e no cinema?
Será que no cinema dá pra acreditar que um soldado com mais do que 4 de inteligencia seja capaz de entrar em uma grande guerra só com uma porcaria de um escudo de adamantium, dispensando submetralhadoras e granadas?

Contra o Tempo - 29/07/2011
Que tal um grupo de personagens que age em uma limitada realidade aCcessada por meio das últimas memórias de alguém?
Quando essa realidade acaba, o mundo real continua o mesmo, nada do que é feito dentro da realidade temporária é válido, porém, os personagens têm a oportunidade de investigar e testar tal realidade das mais diferentes maneiras, para levar tais informações para o mundo real.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Pague o pedágio de cristo para se libertar do demonho

Meu amigo, minha amiga!
Você que passa 24 horas por dia, 7 dias por semana, decorando livros de regras para mandar mais do que o mestre-de-jogo na mesa, lendo 4 livros gigantescos para conseguir mestrar 1 aventura de RPG, que fica vasculhando livros e mais livros de classe alternativas só pra conseguir montar um combo apelão para o seu personagem, isso não é uma vontade sua, isso é um encosto.
E para se livrar desse enconsto, esse encosto da obsessão, faça como o menininho do vídeo abaixo, siga o bom exemplo do menininho:

Venda todos os seus livros de Gurps e D&D4 e diga um "Acabou pra você!" bem forte para o demônio do mestrado em apelologia errepegística.


Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

IRPGCast 77: RPGCon 2011

Uma semana depois, todos que tinham algo relevante pra falar sobre o assunto já falaram, a notícia já esfriou, e só agora Gélatz, Parancini e JeffPikachu contam suas impressões sobre o RPGCon 2011.


Maiores informações no site do evento.

sábado, 16 de julho de 2011

Jovem mata 6 cabras albinas influenciado por ritual de RPG


Clique no cramulhão para ler a notícia completa.


terça-feira, 12 de julho de 2011

Ídolo Virtual

Recentemente, um dos vários grupos de jovens japonesas cantoras se destacou ao revelar que uma de suas integrantes era virtual.
Diferente do Gorillaz, onde a farsa era claramente exposta, a japonesinha virtual foi apresentada como real, e assim foi tratada durante algum tempo.





Na época do filme "Inteligência Artificial", várias "brincadeiras" estavam sendo feitas com programas de IA gerenciando chats, que faziam sucesso na época.
Sem perceber, muitos internautas passavam horas conversando com uma máquina, que interpretava palavras e estruturas frasais para consultar seu banco de dados e devolver alguma frase coerente com o assunto, muitas vezes, sendo até capaz de entender e gravar o que estava sendo dito para repetir em outras conversas.
Recentemente, o Google faz algo neste sentido com os sites de RPG: o bot (programa que utiliza IA para definir suas ações e rastrear seus objetivos) que se identifica como "Arquimago" aparece com frequência nos campos de comentários de vários sites de RPG, emitindo inclusive opiniões sobre os assuntos apresentados.
Qual seria a reação dos jogadores ao descobrirem que o contratante de suas últimas missões é uma IA em fuga, tentando se vingar da organização que a criou por tentar deletá-la?
Ou então, e se os próprios personagens precisassem criar uma personalidade virtual para resolver alguma situação, quais seriam as armações que teriam que fazer para permitir que essa personalidade participasse de um evento público?

segunda-feira, 11 de julho de 2011

IRPGCast, só semana que vem.

Por motivos de folga maior, não apresentaremos IRPGCast nesta semana.
Como informado anteriormente, Roj Ventura não participaria do RPGCon, e o motivo para isso foram férias familiares, que acabaram atrasando a edição do podcast e é isso aí.


quinta-feira, 7 de julho de 2011

Nunca nos cinemas...

Hanna

Tem jogador que inventa backgrounds com mais de duas páginas para justificar todos os conhecimentos e habilidades do seu personagem, mas na hora de interpretar este personagem, nada de diferente aparece.
É aí que se percebe a diferença entre quem faz diferente só para calcular combos na hora de rolar dados e quem se faz diferente para observar o mundo pelos olhos de outra pessoa enquanto joga.
Hanna tem um roteiro relativamente bobo, porém a maneira como a protagonista interage com o mundo é o que cativa quem está acompanhando a história.
E serve também como dica de como utilizar a trilha sonora para empolgar os momentos de ação.

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Aviso: RPGCon 2011

Neste final de semana ocorrerá o RPGCon.
Para os interessados em tirar satisfação com os membros deste podcast com relação a algum comentário ou declaração feita no IRPGCast, anunciamos que nenhum participante ou pessoa relacionada ao IRPGCast irá a este evento.
Se você achar que alguém presente no evento é o Roj Ventura do IRPGCast, ou se alguém se apresentar como Roj Ventura, é mentira.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Game Online: Monster Castle Defense

Monster Castle Defense é um exercício de preparar armadilhas mortais de acordo com os recursos que você tem.
Nem sempre basta acumular todos os causadores de dano no mesmo canto para derrotar os inimigos.
Um monstro estratégico que é inútil sozinho pode amplificar os efeitos dos outros monstros.


sábado, 2 de julho de 2011

Primeiro contato com uma nova civilização

Em viagens por cenários de RPG, sempre existe a possibilidade do grupo dos jogadores encontrar uma tribo, cidade ou até mesmo um planeta que nunca teve contato direto com a civilização dos personagens.
Muitos mestres-de-jogo resolvem isso com combates onde a grande atração é a nova habilidade dos inimigos, mas não seria mais interessante para o jogo uma tentativa de conversa inicial?



Para representar bem este primeiro contato, o mestre-de-jogo deve conhecer/criar os costumes desta nova civilização, e ter em mente que eles não são capazes de entender tudo o que os visitantes estão querendo dizer ou fazer.
Estender a mão para um cumprimento não significa nada para uma cultura que se saúda mostrando a língua, e um simples aceno pode significar algo muito ofensivo.
As dificuldades de compreensão ocorrerão por parte dos personagens jogadores também, pois seus novos "amigos" têm uma linguagem próprio, e costumes um tanto difíceis de serem entendidos, como cuspir nos pés antes de entrar em algum lar ou utilizar mulheres como moeda de troca.
Boas ideias para estes primeiros contatos com tribos fictícias podem surgir do estudo de culturas reais, como os antigos indígenas ou os atuais muçulmanos.