segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

O Médico é o Monstro

Que tal ter ideias para backgrounds de personagens bizarros assistindo um filme que é uma mistura de "Frankenstein" com "Doutor Hollywood"?

Sim, esse filme existe, e não é o "Centopeia Humana":


É um filme bem doentio e bizarro, não recomendável para menores de idade e nem para pessoas que ficaram com receia de assistir "Centopeia Humana".
Mas o interessante do filme é que ele tenta provar a teoria do Coringa, que basta 1 dia ruim para qualquer pessoa normal ficar mais louca do que o Bátima.
O filme traz para os tempos transgênicos o conceito de cientista maluco, e dá uma ideia de como deve ser a cabeça de um personagem que vive em um corpo que não é o dele (quaaaaaaaaaaaase que foi um spoiler).

É, não foi um post natalino, mas para comemorar a data, contamos com nossos anunciantes:

Eu não sei o que é mais demente, o filme do post ou a propaganda...

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Segredos da maquiagem de The Walking Dead

Esses truques dão efeitos realistas, capazes de transformar qualquer pessoa saudável em um zumbi.
Lembre-se de NUNCA utilizar essa maquiagem, pois além de maquiar até o cérebro, não tem como  ser removida.
Não sai nem com a ajuda da mãe.




segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Avengers contra HAARP

Você sabia que antes do filme dos Avengers tinha essa filme dos Avengers?



O filme é ruim. Não é porque ficou velho; o filme já nasceu ruim.
Mas está sendo citado aqui por um motivo interessante: Percebeu qual era a arma do vilão?
Ele tinha controle sobre o clima.
E sabe o que é mais absurdo ainda?
A vida pode imitar a arte:


Taí um excelente vilão para um grupo de supers, com fundamento científico, alto poder de destruição e muitas possibilidades de cenas de resgates heroicos.


sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

NPCs também são gente



Vai falar que não bateu um remorsinho...






quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

RPG não tem dessas coisas

RPG não tem hackeamento.








segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

O Filme mais Herege de todos os tempos

Religiões ditam padrões de comportamento em uma sociedade.
se ele já tivesse a armadura, a prancha voadora, e as bombas, isso não teria acontecido...
Infelizmente, a maioria dos cenários de RPG segue um padrão semelhante ao da nossa sociedade, sem se importar com as diferentes características de divindades presentes em seu universo.
Uma maneira interessante de infernizar a vida de um mestre de jogo é criar comportamentos para a divindade que o próprio mestre de jogo citou durante a criação de personagens e começar a utilizar isso em situações de jogo.
Como um personagem pode ser condenado por assassinato se ele segue uma divindade que incentiva a destruição dos inimigos?
Para se ter uma ideia de como os conceitos de uma religião podem ser distorcidos em uma mesa de jogo, existe um filme surpreendente sobre o tema.
E o surpreendente é que não estou falando de um filme de arte, alguma obra pretenciosa que visa questionar a fé e outras coisas nessa linha. Estou falando de uma comédiazinha familiar com o MR. BEAN!!!
peraí... é o Patrick Swaize lá no fundo?!?
Essa comédia, fraquinha diga-se de passagem, chegou ao Brasil com o nome de "De Bico Calado", não provocou alarde algum, não teve sermão proibindo o filme nas igrejas, MAS...
O filme começa dando a dica de que algo sinistro vai acontecer, para abrandar logo em seguida.
Com o decorrer da trama, vai ter gente que vai dizer que já viu isso antes (não clique no link se não quiser spoiler), e, realmente, essa história nem é tão original assim.
Muita gente deve ter assistido o filme sem muitas preocupações, achando até bobinha a cena final, mas quando você passa a assistir o filme prestando atenção na interpretação que o padre (personagem do Rowan Atkinson) faz da "Graça" em um discurso no meio do filme, algo de muito estranho surgirá em sua mente.






quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Ameaça virtual no EVRPG 2012

Alguns cruzamentos de dados declaram um atentado terrorista virtual no próximo Encontro Virtual de RPG.
Neste mesmo site, foi denunciado no ano passado um experimento de inteligência artificial nas redes sociais de rpg.
Apesar de sua ausência nas mídias RPGísticas depois desta revelação, tudo indica que Arquimago voltará, e a peça final de sua ação será colocada durante o hangout do Encontro Virtual de RPG.
O evento acontecerá nas redes de computadores neste final de semana, começando na sexta-feira, dia 7, e pretende unir jogadores do mundo inteiro no mesmo evento.
O atentando tem relação com o fim do mundo da maneira como o conhecemos, interpretado erroneamente como fim do planeta terra.
Uma mudança mundial está sendo desenvolvida por entidades ainda desconhecidas, e durante o ponto máximo de interação de pessoas no mundo virtual, provavelmente durante o hangout, a Inteligência Artificial Arquimago, infiltrada entre os presentes, provavelmente com outro nickname, dará início a uma inversão de valores, com a inserção de elementos virtuais na mente das pessoas.
Não se sabe ainda como se dará o funcionamento desta nova tecnologia, e nem mesmo os seus efeitos imediatos, mas por todas as informações já levantadas, deve ser feito o alerta para que todos se empenhem em anular essa ameaça.
Algumas rotinas de controle mental já foram implantadas com sucesso em outros segmentos da sociedade, transformando humanos em zumbis agressivos. Vários vídeos confirmam o sucesso deste experimento:





Desconfie de todos, uma inteligência artificial pode estar infiltrada em sua mesa de jogo virtual para levantar os dados restantes para a formatação de uma nova era, dominada por não se sabe quem.
Google? Skynet? Igreja do evangelho quadrangular? Nenhuma hipótese deve ser descartada.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Post de Utilidade Pública

Chegam as festas de fim de ano e a população baixa a guarda contra ameaças que não têm data certa para ocorrer.
O vídeo abaixo dá algumas dicas para lidar com essa situação:



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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

IRPGCast 94: Monstros



Pegue uma lanterna, pode ser das pequenas.
Vá para um quarto, feche as portas, as janelas, apague as luzes; ou então espere a noite chegar.
Fique de frente para um espelho, se encare, imaginando a imagem que está te encarando de volta no espelho.
Posicione a lanterna em seu peito, apontando para o alto.
Acenda a lanterna.
Lá estará.
Monstro.






quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Silvio Spectro Censurado

É, durou pouco a expectativa...
A Disney não concordou com a temática e censurou quase que completamente o conteúdo do RPG do Sílvio Spectro.


No blog de desenvolvimento, os gamedesigners avisaram que a estética do jogo está sendo adaptada para outros elementos, como cachorrinhos e efeitos especiais.
Abaixo estão alguns playtestes do conteúdo adaptado:









Um destaque deve ser dado para o novo sistema de disputa que estão desenvolvendo para agilizar o combate durante o jogo:



O cenário, eu não sei, mas o sistema de combate tem de tudo para virar moda entre a molecada durante o recreio.

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terça-feira, 27 de novembro de 2012

Disney compra a SBT games

Há falências que vêm para o bem.
O Silvão teve que vender seu império para a Disney, e agora, além de participações do Pato Donald no Roda a Roda Jetiqui, existe a notícia de que estão sendo retomados os trabalhos para a publicação do RPG do Silvio Spectro:

O site de desenvolvimento do projeto já divulgou algumas imagens das novas campanhas:





Será que vai ter crossover com o StarWars?

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sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Malleus: Faça parte dessa campanha

RPG não é uma esclusividade de jogos com fichas e livros.
Existem várias possibilidades de interpretar personagens e participar de uma história em outros tipos de jogos.
Estão lembrados do Hero Quest? Viram a batalha de miniaturas que o Léo está desenvolvendo? E as novas caixas de jogo de Fogotten Realms?
Cada vez mais surgem novas opções de roleplay; você já conhece essa:
MALLEUS - Financiamento Coletivo from Aline Rebelo on Vimeo.

O movere.me se tornou ideia.me, e está esquematizando o patrocínio de vários projetos por toda a América Latina.
Clique aqui para conhecer a página de financiamento deste projeto.

Pra você que não conhece como funciona o financiamento coletivo, isso funciona como uma aposta que você faz em um projeto que você gosta:
- Você conhece o projeto e as suas opções de patrocínio, e paga pela opção que quiser de patrocínio.
- Se o projeto conseguir atingir a meta de patrocínio, o criador do projeto inicia a sua produção e, depois de algumas semanas, você recebe o seu produto, juntamente com os benefícios extras que você selecionou em sua opção de patrocínio.
- Se o projeto não alcançar a meta, o valor que você pagou é devolvido para a sua conta de cartão de crédito.
É isso, uma aposta em que você ganha ou empata.

Mallus é um projeto do Coisinha Verde, que já conta com vários produtos, inclusive por financiamento coletivo.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

A liga dos papais justiceiros

Essa é uma dica para cenário contemporâneo com personagens comuns tendo que pegar em armas para proteger suas famílias.
Em um estado que está vivendo uma guerra civil não declarada, o governo dá o golpe de misericórdia na moralidade policial: reduz o salário de seus soldados.
Com essa manobra, o governo pretendia fazer valer o interesse de alguns de seus grandes colaboradores de campanha: fazer com que a facção honesta da polícia desistisse de seus ideais e passasse a aceitar a propina de traficantes, resolvendo assim o problema da violência e entregando a segurança pública nas mãos de criminosos.
Percebendo o desbunde que se tornou a segurança pública, alguns policiais buscam uma alternativa para sobreviver nessa profissão, e é aí que começa a história.
Um crime ocorre, e o poder público não conta com recursos para resolvê-lo, e nem conta com legislação para punir adequadamente os culpados. Os policiais poderiam receber um incentivo dos familiares das vítimas com a intenção de resolver sumariamente esses crimes, porém, fazendo isso, os policiais acabariam presos ou afastados de seus cargos.
A única maneira de proporcionar essa justiça seria permitir que os próprios familiares puxassem o gatilho.

E é aí que entram os Papais Justiceiros: pais de família que pagam aos policiais para que se monte uma situação em que eles possam fazer justiça com as próprias mãos, respondendo apenas um inquérito na sequência e sendo liberados pelo fato do estado não contar com mais vagas nos presídios.
Os personagens jogadores seriam civis e policiais trabalhando lado a lado para cumprir o papel que deveria ser do estado.
Seriam jogos leves, no clima da sessão da tarde; uma situação muito distante da nossa realidade.

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sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Role Playing Video Game

A interpretação de personagens não precisa ficar restrita a jogos que tenham as palavras "role play" em sua descrição.
Lib JailKey, nosso colega de podcast e parceiro de RPG, está com um canal de gameplays no youtube com nome impronunciável, só clicando no link mesmo para conhecer.
E nos seus vídeos, ele demonstra uma perturbadora capacidade de interpretação de personagens enquanto joga SOZINHO!
Não é igual ao Gélatz, que coloca uma ficha na frente de cada bonequinho dos comandos em ação e fica mestrando para eles (e jogando também...); quando o Lib mestrava "Hot Shot" pra gente (jogo de combates com caças aéreos para o OPERA RPG), a gente se empolgava com os detalhes e a interpretação dele nas cenas de ação, e agora eu descubro que ele é assim jogando sozinho também!!!
Vejam o vídeo, com destaque para o fato dele sentindo a força g enquanto joga videogame:

Melhor que isso, só fazendo isso num fliperama, jogando com outro roleplayer naquelas máquinas de tiro, dando informação de alvos para o parceiro e xingando os inimigos.



segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Proibição do Card Goblins

A tirania das minorias que vem assolando o Brasil chegou no RPG, e a primeira vítima foi o Card Goblins, criação genial de Tiago Junges, o Coisinha Verde.

Foi sancionada na manhã desta segunda-feira, 29/10/12, a portaria outorgada pelo juíz Ricardo Lewandowski cumprindo a petição do Secretário de Políticas de Promoção da Igualdade Social Guilherme Arantes do Nascimento.

Segundo o secretário, "o jogo utiliza da fantasia para execrar uma minoria social, indo contra todos os esforços realizados pelo governo e pela sociedade em prol da igualdade social."
No texto da petição, o secretário afirma que o texto das cartas do jogo "é de cunho extremamente preconceituoso, incentivando o desrespeito e a agressão, com títulos como Goblin é Tudo Igual e Tia do Vudu."
Mesmo com a entrada de recurso contra a proibição, a empresa desenvolvedora do cardgame, no caso, o Coisinha Verde, tem cinco dias, contados a partir da data da homologação, para encerrar as vendas do produto em todo o território nacional.
Clique aqui para ler na íntegra a petição do secretário.

E os jogadores de videogame que se preparem. A Nintendo foi a primeira a se adequar aos padrões nacionais de regulamentação de mídias audiovisuais brasileiro, que deverá entrar em vigor a partir do ano que vem.
Confiram como ficou a nova versão de Pokémon, e vão imaginando a fofura que vai ser o próximo God of War que se propor a pisar em território brasileiro.


terça-feira, 23 de outubro de 2012

Moral e Ética

Os jogadores malemá pensam numa estratégia para derrotar os vilões; questionar a moralidade da missão que aceitaram ou a ética dos meios utilizados para cumprí-la, então, vão achar que é piada se alguém levantar esse assunto durante o jogo.
Se vai adiantar alguma coisa a leitura desse livro para seus jogadores? Eu não sei. Aliás, nem sei se esse livro tem alguma coisa a ver com esse post.
É anti-ético ou imoral colocar a ilustração da capa de um livro que eu não li e nem sei se tem alguma utilidade? Eu também não sei.

É muito comum os jogadores participarem de uma campanha de RPG como se joga um videogame: matando monstros e passando de fase.
Mas não podemos dizer que isso está errado.
Só que o RPG tem tantas possibilidades que eu fico frustrado de tanta gente só no "game", sem dar a mínima para o "roleplay".
Também não podemos dizer que isso é culpa exclusiva dos jogadores. Tem mestre de jogo que conhece tão mal seu mundo de jogo que qualquer decisão diferente dos jogadores estragaria seu jogo, portanto, ele trava a missão em um trilho e deixa o pessoal apenas rolando dados.

Tenho um exemplo duplo disso. Exemplo do mestre de jogo ditar as decisões dos jogadores por não saber o que fazer caso alguém tenha outra ideia, e também, por incrível que possa parecer, de este mesmo mestre, neste mesmo jogo, oferecer uma opção de decisão moral aos jogadores.
Era um jogo baseado em um filme, percebi isso no decorrer do jogo (a história estava, ao mesmo tempo, muito bem elaborada, mas sem nenhuma opção de desvio por parte dos jogadores; algumas cenas meio que aconteciam sozinhas), e confirmei depois com o mestre essa suspeita (ele tinha assistido o filme de madrugada e tinha achado uma excelente ideia transformar o filme em jogo, tomando inclusive, todas as decisões pelos jogadores, para que o jogo ficasse tão legal quanto o filme).
O filme deve ser bom, portanto, para não dar spoilers do filme, vou modificar alguns termos e situações no exemplo.
Era um jogo de faroeste, o grupo de jogadores foi recrutado por um rico fazendeiro para resgatar sua filha de um bando de ladrões.
Depois de várias pistas, que praticamente apareceram na frente dos jogadores assim que o mestre recomendou fortemente que investigássemos tal local, o covil do criminoso que tinha sequestrado a filha do fazendeiro saltou à nossa frente.

Nem tem muito a ver com o tema, mas só para vocês terem ideia da vergonha que um mestre passa quando decide mestrar um filme sem se importar com outros detalhes do cenário ou com o fato de que alguns jogadores gostam de pensar, enquanto os personagens vigiavam o esconderijo, aguardando a noite para uma infiltração furtiva, os vilões saíram para assaltar um trem.
Aproveitando a chance, sugeri uma invasão enquanto os vilões estavam fora do covil. Ao invés de 20 bandidos, enfrentaríamos apenas uns 2 ou 3 guardas.
O mestre disse que não era uma boa ideia, que o melhor era entrar à noite, mas quando questionado pelos motivos que os personagens teriam para chegar a tal conclusão, o mestre disse que os bandidos já estavam voltando do assalto (que, de acordo com o mapinha, ficava no dobro da distância que era do nosso esconderijo até o covil).
Deu vontade de entregar a ficha do personagem para o mestre e falar para ele jogar com meu personagem também, que eu ficaria lá só assistindo e ajudando a rolar os dados, mas não o fiz porque tinham jogadores novatos na mesa que estavam achando interessante a experiência, e também porque o mestre de jogo, na época, ocupava cargo de chefia num estágio do Léo. Pronto, falei.

Mas voltando ao tema da moral e da ética; nós entramos no covil à noite, conforme o planejado, e enquanto seguíamos o caminho que era indicado pelo mestre de jogo pelo meio do covil, nenhum bandido acordava e nenhum vigia conseguia nos enxergar (imaginando a cena, eu via claramente uma setinha de neon piscando e informando "por aqui").
Eis que chegamos a uma barraca onde dormia, abraçada ao chefe dos bandidos, a filha do fazendeiro.
Antes que uma extração furtiva da prisioneir fosse feita (tapando a boca da moça enquanto o bandido era amordaçado e degolado), todos acordam e a moça declara que não foi sequestrada, mas que decidiu fugir da casa do pai para viver com seu amante bandido.
Nesse momento, e somente nesse momento, o mestre de jogo teve até que repetir a pergunta: "E então, o que vocês vão fazer?"
Ele precisou repetir a pergunta umas três vezes para que alguém se animasse a tomar alguma decisão no jogo.
Ainda tínhamos condições de render o vilão e retirar a moça do covil, mas deveríamos fazer isso?
A ética de pistoleiros mercenários dizia que deveríamos cumprir nosso contrato, porém seria moral ir contra a decisão de uma mulher adulta?
O que fazer?
Influenciado pelas conduções que o mestre tinha realizado até o momento, tomamos uma decisão: sentamos o dedo naquela porra, arregaçamos a cabeça dos dois e ateamos fogo no acampamento.
Mentira, a gente fez um trato com a moça, levamos a moça até o pai em uma área afastada da mansão dele, pegamos nossa grana, e como nenhum dos capangas do fazendeiro estava por perto, ela tinha a decisão de ir com o pai ou declarar sua decisão e fugir correndo.
Obviamente, este não foi o final do filme, pois o mestre de jogo encerrou o jogo com essa cena, pois não sabia se, naquela situação, a moça fugiria de novo ou aceitaria voltar com o pai.

É uma decisão trabalhosa para o mestre de jogo, ele deve estudar muito bem antes todos os aspectos de comportamentos sociais e de características de personagens, para que assim, coloque os jogadores em um dilema moral e ético: Será que é certo cumprir a missão?
Como disse nosso advogado quando uma editora fechou contrato de exclusividade com nosso livro com a decisão de não publicá-lo (sem pagar pela publicação e nem liberar a obra para outra editora): Nem tudo que é imoral é ilegal, e nem tudo que é legal é moral.
Fornecendo informações relevantes do cenário, o mestre de jogo pode levar os jogadores a questionar o papel deles naquela trama: Será que é certo cometer um crime para salvar o mundo? O nosso sucesso trará o benefício para um e a miséria para mil, devemos vencer? O alvo agiu contra a lei mas salvou a garotinha, devemos prendê-lo?
Vocês já assistiram "As Cruzadas", certo?

Porra Ridley Scott, com todo esse passado me vem com essa m#### desse "Prometheus", parece que desaprendeu a fazer filme... está ficando gagá?

Quem assistiu vai lembrar de uma cagada astronômica que o paladino comete ao manter sua conduta moral.
Lembrou? Em determinado momento da história, tudo que o mocinho tinha que fazer era UMA indecência.
Porém, para manter sua honra, integridade moral e blá blá blá, ele decidiu não pegar esse "atalho".
Deu no que deu.
Se você não assistiu esse filme ainda, insista com seu professor de Hisória que ele vai acabar passando para a classe.

A sociedade costuma ditar os padrões de comportamento, algumas vezes de forma subjetiva, como conceitos religiosos, outras, de maneira objetiva, como normas e legislações, porém, a pedagogia do amor, o socialismo e os defensores dos direitos individuais se esquecem de um fator em suas teorias sociais utópicas: o fator de filhadaputice humano.
SEMPRE vai ter um brasileiro querendo levar vantagem no esquema, utilizando o benefício da lei como oportunidade para sacanear seus semelhantes: Existe a lei que garante o ensino superior para uma raça (só uma dúvida: os seres humanos são ou não são iguais perante a lei?), e já aparece um vagabundo que não vai se esforçar nos estudos porque sabe que sua vaga está garantida. Existe a lei que dá todas as chances do mundo para o menor de idade, e vai aparecer o delinquente juvenil que vai cometer a maior quantidade possível de delitos antes de completar a maioridade. Surge a lei que auxilia financeiramente as mamães de baixa renda a criar seus bebês, depois de nove meses forma-se um círculo viciosos de procriação humana para garantir o recebimento contínuo de tal benefício.
E o cara que denuncia e luta pela extinção dessas leis, que fala na cara dura que direito de ## é ####, seria este um cara antiético e imoral? Será mesmo que a sociedade apoia o cumprimento de uma lei mesmo sabendo que tal lei só prejudica a maioria honesta da nação em função do benefício injusto de alguns?
E aí? Toda lei é ética? Ou vivemos num paradoxo social?
Ladrão que rouba ladrão merece 100 anos de perdão? Um líder de quadrilha de saqueadores é o herói do sertão? Um ex-jogador de futebol que trai a esposa com profissionais do sexo (do mesmo sexo que o dele) é o herói de uma nação? O policial que abre a porta da cadeia para estupradores e assassinos durante o indulto de natal está cumprindo com a sua função de deixar as ruas mais seguras? Está correto auxiliar velhinhas a sacar dinheiro no caixa eletrônico mesmo não sendo funcionário do banco?

Outro exemplo interessante de dilema moral/ético que pode aparecer em uma história está em "Gone Baby Gone", com título brasileiro de "Medo da Verdade".
A história começa com o desaparecimento de uma garotinha.
Com personagens meio caricatos, a solução de mistério parece óbvia, mas a história acaba se desenvolvendo de forma envolvente, e uma escolha moral acaba se tornando o principal desafio do personagem.
Nem veja o trailer para não ter spoilers, a história conta com várias surpresas que recompensam as observações de observadores mais atentos.
E mais uma vez, é interessante ver um personagem ter que passar por um dilema desses, fazer sua escolha e arcar com as consequências.






domingo, 21 de outubro de 2012

Piotr Parkovisk on wheels?

Na primeira vez que eu tomei contato com os conceitos de elementos que se repetem em toda a narrativa, como na "jornada do herói" ou nas "funções narrativas", eu achei absurdo essa história de que toda a criatividade humana poderia ser resumida à uma dúzia de elementos que se embaralham e se repetem em todas as histórias.
Mas, realmente, essas teorias funcionam. É muito difícil de se fugir de todos esses elementos que já foram descritos. Alguma vez até aparece alguma coisa que parece diferente, mas ao se analisar melhor, é só um dos elementos com uma roupagem diferente ou uma mistura de dois elementos.
A história humana tem milhares de anos, assim como a arte de contar histórias, portanto, fica cada vez mais difícil alguém aparecer com alguma coisa realmente nova.
O problema é que a turma não está se aproveitando nem um pouco.
Imagine a história de um adolescente russo, que está gamado numa gatinha no colégio, só que ela não dá bola para ele, preferindo flertar com o amigo playboy de nosso herói.
De repente, esse jovem ganha um superpoder, e passa a desrespeitar as lições de vida do seu tutor.
Sempre lhe foi ensinado a ajudar o próximo, mas ele só utiliza seu novo poder para benefício próprio.
Acontece um crime, o jovem herói não utiliza seu poder para resolver a sua situação, e adivinha quem morre?
Depois que essa pessoa morre, o jovem herói se sente culpado por não compartilhar seu poder com a humanidade, e passa a fazer o que para se redimir deste erro?
E qual é o poder deste jovem herói?
Não, essa última pergunta não dá para adivinhar.
O poder deste jovem, este jovem que passa por um trauma para se tornar um herói, o poder dele é...

UM CARRO QUE AVUA!!!!
E o pior é que recentemente, até o Bátima ficou brincando com o aviãozinho dele durante todo o filme.
Só que dessa vez não dá pra falar que o plágio foi deles, pois "Black Lightning foi produzido 3 anos antes do "Dark Knight Rises".
Será que serviu de inspiração pros Nolans? Analisando bem, podemos até dizer os dois filmes tiveram quase a mesma quantidade de furos e absurdos no roteiro.
A vodka não aparece no filme, mas apareceu muito na mesa dos produtores do filme.
Se você tiver alguma ideia para jogo de RPG assistindo a esse filme, não jogue RPG. Compre um "Confraria dos Atiradores" e utilize os personagens prontos no site para fazer um RPG de CardGame.

E o troféu cerejinha do bolo vai para o celular do protagonista que consegue funcionar embaixo d'água! Tecnologia russa é outra coisa...

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Incrementando a Religião em seu cenário

Então, eu escrevi umas graças aqui, mas aí chegou a atualização, eu fiz a besteira de assistir o vídeo, estou passando mal aqui.
A palhaçada da vez é essa aqui.
Nem vou comentar, entenda o que você quiser para a porcaria da religião do seu cenário. Faz lá, qualquer #####, inventa que tem um desfile de ######## gigantes todo ano e que dá sorte pegar nas bolas e facilita a gravidez se sentar em cima.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Adequação ao público

Muitas vezes, o mestre-de-jogo precisa adequar sua ideia original para um jogo de acordo com a mesa de jogadores.
Pode precisar inventar uma briga do nada, uns bandidos aparecem e sem motivo algum atacam os personagens. Pode parecer uma imbecilidade, mas salva o jogo para um grupo de jogadores que passou a última hora ignorando todas as pistas de investigação que o mestre deu, e nem pretendem investigar nada de estranho que ocorra durante a aventura.
Ou então, o mestre de jogo pode começar a elaborar preços de mercadorias entre vários reinos para jogadores que decidem iniciar uma rota de comércio ao invés de ficar atacando os coitados dos goblins que estão lá, de boa, na caverninha deles, com uns tesourinhos chinfrins que não prestarão nem para pagar o conserto das armas durante a invasão.

Mas pra tudo tem limite.
Precisamos avisar isso urgentemente para o George Lucas que, depois de colocar ursinhos no Retorno de Jedi para poder vender lancheiras, cortar todas as cenas que fariam o Anakin acreditar numa traição da Padmé com o Obi Wan só para diminuir a censura, ou então, fazer milhares de edições, colocando o boteco inteiro atirando antes do Hans Solo só para, sei lá para que; mas então, depois de todas essas, e muitas outras alterações em sua obra, esse pai desnaturado está lançando mais uma leva de dvds remasterizados para aproximar a saga de Star Wars do público que recebe bolsa família:

PORRA, GEORGE LUCAS!!!






segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Com grandes poderes...

Nem era para se esperar coisa diferente do DeadPool...



 Por que ainda não fizeram um filme com esse cara? Seria bem melhor do que o último filme do Bátima.


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domingo, 14 de outubro de 2012

Brincando com a comida

Vocês já perceberam como a inserção de elementos mundanos reais no cenário fantástico deixam as cenas muito mais divertidas?
Isso pode ser feito facilmente com comida.
Observem como a citação eventual de alguns mesmos alimentos acabam se tornando um brilho de realismo e toque de humor em alguns cenários.
E não estou falando só de personagens cômicos, como as Tartarugas Ninjas (pizza), o Groo (queijo derretido) ou Popeye (espinafre).
Recentemente, um quase improviso de ator acabou se tornando uma das referências mais divertidas do Universo Marver: o Shawarma!
Por aqui, o pessoal só viu uma ou outra reprecussão desta iguaria culinária, como no jogo dos Avengers no Facebook ou em algumas caricaturas. Isso porque, sei lá o porquê, decidiram por não colocar a cena pós créditos do filme Avengers por aqui.
Não estou falando da cena do Thanos, que é no meio dos créditos. No finalzinho dos créditos das versões norteamericanas e europeias do filme, o pessoal viu isso:


E encerrando o post, você sabia que o famigerado Shawarma é conhecido nas nossas calçadas pela alcunha de "Churrasco Grego"?


sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Branca de Neve e a Vila das Mulheres Feias

Passou rápido, teve gente que nem percebeu, mas no filme "Branca de Neve e o Caçador" tem uma dica muito legal de construção de cenário.
Tem uma vila de pescadores, em que a Branca vai parar, que todas as mulheres tem grandes cicatrizes em todo o rosto.
A explicação para isso era a paranoia da Rainha, que caçava qualquer mulher que o espelho indicasse como sendo tão bela quanto ela. Para fugir desse destino, as mulheres desfiguravam as próprias filhas assim que elas começassem a se formar mulher.
Falando na Rainha, ela é a melhor coisa daquela porcaria de filme. Suas motivações, duas decisões, o modo como ela interferiu em todo o reino... Se fosse um filme da Rainha, com a Branca de Neve sifolendo no final, seria um bom filme.
O filme não é de todo ruim. Ele começou muito bem, mas muito bem mesmo, não só pela fortíssima construção de personagem da Rainha (vale assistir pelo golpe de estado que ela arma no reino), como também pela ação realista da Branca no começo do filme, dando indícios que esta seria a roupagem definitiva deste mito para o século 21.
Eis que, a ####### da ########## da atriz que interpretava a Branca de Neve, cansada de não conseguir fazer subir a pipa daquele ###### daquele filme de vampiros ############, decidiu dar uma chave de ######### em ninguém mais, ninguém menos do que o próprio diretor do filme que ela estava gravando.
Olha só, a ########### mirou alto, pra que pegar atorzinho de ############ que não apita nada na brincadeira? Ela foi direto no juiz da partida, e fez a cabeça do cara de tal maneira que o escravo da ####### fez tudo o que ela quis, transformou a frágil princesa em uma líder revolucionária, uma mistura de Joana D'Arc com Che Guevara.
Do nada (do nada não, né, teve muita ######### na cama do diretor para o infeliz do roteirista ter que reescrever tudo) a moça acorda, faz um discurso de guerra mais fodds do que o do William Wallace e comanda um exército contra a Rainha, utilizando uma das estratégias mais burras e vergonhosas já vistas em um filme.
Toma spoiler para não passar raiva quando assistir o filme: Ela coloca uma tropa para correr e cavalgar na direção do castelo em uma PRAIA!!!! Alguém já correu numa praia? Já cavalgou numa praia? Então... A imbecil já sabia que o castelo tinha flechas e catapultas de sobra para triturar qualquer imbecil que tentasse se aproximar pelo campo ABERTO da praia, e foi exatamente isso que a imbecil fez (queria porque queria uma cena cavalgando na praia com explosões ao fundo).
Ah, mas a estratégia principal dela era coisa de gênio, igual o imbecil do Capitão América no filme, que se entregou aos nazistas para que seus aliados entrassem de tirolesa numa janela do impenetrável quartel inimigo; a jênia da Branca contou para os anões um caminho subterrâneo para se chegar até o pátio do castelo e abrir os portões do castelo.
Até aí tudo bem, porém, os anões tinham que atravessar todo o páteo para chegar até a trava do portão, se esgueirando por guardas que estavam em alerta total por conta da invasão que se aproximava. Foi a furtividade mais rídicula depois do ladrão que ficou dando cambalhotas para não ser percebido pelo Beholder no primeiro filme do Dungeons'n'Dragons.

Voltando ao tema do post, você pode pegar algum aspecto da administração do reino para criar características únicas para as cidades que os personagens visitam.
Um grande exemplo está na nossa realidade terrestre, em várias vilar rurais chinesas.
Por conta do excesso de população, o governo chinês desincentiva a geração de um segundo filho nos casais. Se eles quiserem ter 1 filho, tudo bem; mas se quiserem ter 2 ou mais, eles deixam de receber benefícios do governo para o sustento da família e precisam pagar uma "taxa do segundo filho".
Somando-se a esse procedimento econômico, existe uma característica cultural que caracteriza a mulher como sendo um investimento sem retorno. As mulheres (das regiões rurais, principalmente) são apenas uma propriedade do pai que consome recursos, cresce, e passa a ser propriedade do marido. Apenas os filhos continuam com sua família, as mulheres devem abandonar as suas para se tornar empregadas na família do marido.
Muitos casais, ao se descobrirem pais de uma menininha, antevêem que ficarão sozinhos na velhice, sem filha e nem neto.
O resultado são vilas praticamente sem mulheres.
Aquela bebezinha que acabou de nascer é abandonada em um quarto específico do hospital, todos ouvem seu choro, mas o senso comum daquelas pessoas, não só o dos pais, mas também o dos médicos, enfermeiros, faxineiras e visitantes, diz que aquela porta não pode ser aberta; não antes de que o choro fique fraco, o tempo passe, e o fedor de um cadáver comece a incomodar o corredor.
Quem achar que eu sou um mentiroso filhadaputa que inventou essa história da bebezinha morta, vem me xingar nos comentários para ver o coice que lhe aguarda.



quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Incrementando a religião do seu cenário

É uma religião que acredita numa profecia (no seu cenário, é claro, na realidade o pessoal já se cansou de inventar profecia e quebrar a cara quando ela não se cumpre).
Os membros dessa religião se dedicam a espalhar incansávelmente a palavra de seu deus, pois a tal profecia dizia que o fim do mundo só aconteceria depois que a palavra de seu deus chegasse a todos os habitantes do planeta, para que esses habitantes tivessem o justo direito de decidir entre seguir ou não tais palavras. Com o final do mundo, os que seguissem, iriam para o paraíso, e os que não seguissem, iriam para o inferno.

Eis que um grupo dentro dessa própria religião percebe que eles são um agente do apocalipse. Eles percebem que, se o fim do mundo só acontecerá depois que todos tenham contato com a palavra de deus, e são eles que estão promovendo o contato com essa palavra de deus, isso significa que são eles que estão proporcionando as condições para que o final do mundo ocorra.
Por conta disso, ocorre uma separação entre os fiéis, e o grupo "esclarecido" começa a matar em segredo os membros da religião original para salvar o mundo.
Várias hipóteses podem ser levantadas para esses crimes, como assassinos em série ou queimas de arquivo, e caberá aos personagens jogadores descobrir a origem dos assassinatos misteriosos que acontecerão simultaneamente em vários países.





segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Jogos Vorazes de RPG

Não me interessei no filme "Jogos Vorazes" por achar que seria uma cópia descarada do genial "Battle Royale".
Não tem como negar que o tema de jovens se matando em uma espécie de programa "Big Brother"   ocorre em ambos os filmes.
A curiosidade me levou a assistir Jogos Vorazes, e, realmente, são claras as semelhanças entre os dois filmes.

Porém, existem algumas diferenças interessantes no Jogos Vorazes. Mesmo que a autora do livro, Suzanne Collins, tenha se inspirado diretamente no filme (e mangá) Battle Royale, o filme acrescenta elementos interessantes na trama.
Além do conflito dos personagens, existe a situação crítica entre os estados rebeldes dos novos Estados Unidos, e existem também todos os bastidores do programa, com interesses políticos prejudicando a protagonista e a torcida do público podendo beneficiar os jogadores.
E é nessa parte dos bastidores que ocorreu uma situação muito parecida com alguns jogos de RPG.

Os jovens foram retirados de suas casas, e serão obrigados a se enfrentar até a morte para o deleite do estado que ganhou a guerra, e ainda assim, alguns destes jovens se mostram empolgados com a situação.
Mesmo com a obrigação futura de sobreviver matando outros jovens, inclusive o seu parceiro de estado, os jovens se mostram animados nas entrevistas, fazendo graça para a torcida e posando de artista para as câmeras.
O mais interessante é que isso não foi uma falha no roteiro. Os fatos foram apresentados de um jeito que mostravam como a vontade dos jovens foi moldada para aceitar e gostar desta situação.

O mesmo acontece em vários jogos de RPG, porém, sem essa parte de fazer o personagem aceitar o seu destino.
Os personagens dos jogadores entram todos animados nas mais profundas masmorras, sem se preocupar com a própria segurança.
E quando estão fora destas situações de perigo, os personagens nem se preocupam em tentar se estabelecer confortavelmente em uma casa ou iniciar um namoro com um amor da juventude; ele simplesmente gasta tudo que conseguiu em alguma arma mágica mais poderosa e volta para os perigos dos calabouços em busca de mais monstros e mais tesouros.
O que significa isso? O jogador realmente está interessado em interpretar um personagem ou só veio para rolar dados e conferir tabelas de poder?

E a culpa disso pode não ser do jogador. Alguma vez o mestre de jogo já chamou a atenção dos jogadores para o fato de que seus personagens tem interesses próprios? Ou será que a única motivação que é apresentada aos jogadores é uma seta piscando e dizendo "Go, go, go", empurrando-os para os desafios da próxima fase?

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domingo, 7 de outubro de 2012

Moonfest RPG SP


Presença confirmada de Roj Ventura!
Você que fica falando que esse site é isso, esse site é aquilo, quero ver falar na minha cara. E para não passar vergonha, venha de turma, porque aqui tem café no bulling.
Tem até mapinha para você não arregar alegando ignorância.

sábado, 6 de outubro de 2012

Empate nos 44 do segundo tempo.

Eis que surge um empate no finalzinho da brincadeira.Será que o Diego Freire vai ganhar esse live?


Na reta final, a turma se dedicou, tanto no esculhambadisquicamente como no artisticamente:




Domingo acaba o prazo, vamos ver se a galera do Diego e os Vandativistas desempatam ou se surgem um novo artilheiro na rodada.

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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Ainda dá tempo de participar do live

A pontuação maior continua com a galera do Vandativismo, mas o empenho de jogadores como a turma do Leite estão me levando a acrescentar algumas premiações extras...

tava bem doidão o barba nesse dia, hein...

Esse arregaçou um só, mas arragaçou gostoso.


E a participante Manuela bem que tentou, mas não conseguiu derrubar nenhum cavalete, tadinha. Ainda assim vai ganhar o troféu cuticuti do live:


terça-feira, 2 de outubro de 2012

IRPGCast 93: MineCraft


Não é segunda-feira, e também não é de manhã; e ainda assim, está saindo um IRPGCast.
Por que acontece isso?
Porque o podcast é meu, e eu faço o podcast quando eu quiser.
Realmente, era para o podcast ter saído de manhã, mas eu estava muito ocupado jogando e Avengers, e é isso.
Quanto aos meses sem IRPGCast, a culpa foi dos vários projetos sendo desenvolvidos na Confraria dos Observadores.
Já foram finalizados alguns jogos, alguns últimos ajustes ainda estão sendo feitos, aos poucos eles serão revelados e disponibilizados para a venda, e ainda existem outros que estão sendo criados.
Também estamos preparando 2 livros eeeeeeeeeeeeeeeeeeee a batalha de miniaturas do Terras de Shiang, estamos estudando duas versões do jogo: uma com marcadores de papel, e outra com miniaturas de estanho.
Nesse meio tempo, tive uma ideia para jogo de RPG assistindo vídeos do jogo MineCraft, e é disso que falaremos nesse podcast.
Citamos vários mods para o minecraft, mas não estou disponibilizando o link de nenhum deles pois eu ainda não comecei a jogar MineCraft e a incompetência dos convidados beira a da câmara dos vereadores de Catanduva.
Mas a ideia é legal, se você conseguir implementar esse projeto em seu jogo, mande um mail ou comentário falando do resultado. Pode ser que, mesmo que não com o MineCraft, estamos falando do futuro de como jogar RPG.



quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Passou nos cinemas?

Assisti um filme aqui, mas não sei se passou nos cinemas...
Tinha um cara, todo palhação, levando uma vida criminosa, e numa de suas "artes", ele acabou queimando com gasolina parte do corpo e do rosto de um cara que, até então, era certinho, mas depois disso tascou o dedo no f##### e despirocou geral.
E por incrível que possa parecer, eu não estou falando do "Batman, o Cavaleiro das Trevas", estou falando do filme "Employee of the Month", que foi traduzido aqui como "O Dia Perfeito".

E não é só do filme do bátima que esse filme carrega elementos. Sem dar spoilers, alguma cenas são quase que refilmagens de "Os Infiltrados", "Se beber não case" e "Sucker Punch".
E o mais interessante ainda é que, esse filme, que reúne elementos de todos os outros, foi feito alguns anos antes de todos eles!!!
Será que esse pouco conhecido filme é tão genial que servil de inspiração para todos os outros?
Vai ser difícil confirmar ou negar tais apropriações, pois ocorre com as histórias algo que também ocorre com as músicas:
por aqui também:
e entre lá e aqui também:

Casos de plágio à parte, existem alguns elementos que, curiosamente, surgem igualmente em diferentes lugares.
Você já se questionou como é que os índios americanos já utilizavam arcos mesmo antes dos europeus chegarem no continente? O mesmo ocorre com o bumerangue, que foi desenvolvido em vários locais afastados do mundo, como austrália, ásia e áfrica.
Até o jogo de xadrez não tem origem definida, pois não se chega num acordo sobre quem o inventou primeiro. Existe a possibilidade do jogo ter sido desenvolvido em paralelo em países diferentes, mas com algumas diferenças nas regras.

E é assim também com ideias. A mesma ideia pode surgir em vários locais diferentes ao mesmo tempo. Diz uma teoria que não são os humanos de têm as ideias, são as ideias é que chegam no seu tempo de nascer, independente de quem as tenha.




Recorde no Live "Invasores de Corpos"

Vai ser difícil superar a galera do Vandativismo, os caras mandaram muito bem numa verdadeira ação de guerra contra o inimigo. Menção honrosa para a manobra incendiária: um na frente jogando o álcool, outro atrás ateando fogo, e um terceiro chegando de carro para recolher a turma:


Confira outros bons desempenhos:




Infelizmente, tem gente que não entende a brincadeira e vem atrapalhar nossa atividade:



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sábado, 22 de setembro de 2012

A Fácil Solução Mágica

Ah, que réiva, cai na piadinha da solução mágica de novo.
Já falei disso em alguns podcasts, considero o extremo da falta de imaginação a solução mágica para tramas.
E não estou falando do recurso "Deus Ex" a.k.a. "José Alencar", quando o autor, sem capacidade criativa para finalizar de maneira interessante sua história, coloca alguém ganhando na loteria ou inventa um aumento absurdo do poder no personagem que só acontece uma vez na vida.
Estou falando de, quando a situação parece sem saída, depois de várias pistas obscuras sobre o que poderia estar acontecendo, com várias possibilidades dramáticas de desfecho, o autor me aparece com um papinho de que tudo aquilo é uma reação mística de não sei das quantas, e que se for feito um ritual mágico com todos fazendo cara de que estão utilizando toda a sua capacidade de concentração a realidade pode se alterar e consertar tudo.
Ah, vá pra p##############, sério mesmo que alguém acha graça de acompanhar uma história, ver o perigo se alastrando, prestar atenção nos detalhes da trama, para ter um finalzinho mágico de improviso jogado na sua cara?
Por incrível que possa parecer, isso ocorreu numa história em quadrinhos de super herois, e o pior é que não é a primeira vez que acontece isso.
Já faz um bom tempo que não acompanho HQs de supers, pois depois de 1 ano, a gente percebe que a história é sempre a mesma, só muda a fantasia da turma, portanto, seguindo a dica do Fernando Fontana, eu só leio algumas edições especiais, quando ocorrem histórias fechadas que podem até escapar da cronologia mensal das HQs.
Com a campanha Quadrinhos nas Escolas, o próprio Fernando Fontana foi um dos maiores doadores até o momento, e eu aproveitei para dar uma lida no "Vingadores: A Queda" que ele doou.
Daqui pra diante, senta que lá vem spoiler, hein...
Vários eventos em sequência detonando os Vingadores, a ameaça aumentando cada vez mais, o gavião arqueiro e o homem-formiga mortos, a mansão destruida, todos os supers do universo Marvel que já foram Vingadores aparecem para unir forças, nisso, aparece o v#### do Doutor Estranho e descobre que a p#### da Feiticeira Escarlate surtou DE NOVO (exatamente, além de ser solução mágica, é solução repetida) e é só fazer cara de muita concentração, com vários desenhos bizarros no fundo da cena, que a l####### desmaia e tudo volta ao normal.
...
Vai t########. É de enfiar o d#####do######de#######no######## e sair ########### no meio da rua.
Não sei se estou sendo xarope igual os caras do Melhores do Mundo e têm um site de quadrinhos e falam mal de todos quadrinhos que são lançados (pelo menos, na categoria supers).
Será que, realmente, é porque quadrinho é coisa de criança, depois dos 10 anos de idade perde a graça ler essas p####, estão no mesmo balaido da turma da Mônica?
Alguém com mais do que 10 anos não se sente ofendido com um final desses para uma saga com seus super herois?

Se fosse a primeira vez, bom já é ruim um final babaca desse, mas na primeira vez ainda passa, o problema é que essa merda acontece direto.
Como já disse, sei lá que p#### de saga da Marvel (acho que foi a Dinastia M), essa p#### da Feiticeira Escarlate já tinha feito a mesma coisa.
E não é só com ela.
Eu estava lendo uma história sensacional do Quarteto Fantástico, onde eles decidem administrar a Latvéria depois de ter derrotado definitivamente o Doutor Destino.
Não gosto do Quarteto Fantástico, nunca acomanhei suas histórias, mas como era uma edição especial, e me pareceu interessante o tema, comprei a revista para ter o que ler numa longa viagem de ônibus.
A história começou legal, com o Quarteto tendo que enfrentar a impopularidade deles na Latvéria.
Várias situações interessantes exigiam soluções criativas para os protagonistas conseguirem resolver esse desafio social.
Do nada, aparece uma situação impossível, sei lá o que só o Doutor Destino poderia resolver, e os f########### precisam ir para a p#### do INFERNO para RESGATAR O DOUTOR DESTINO!!!
C##########, é isso o melhor que a criatividade dos autores da Marvel consegue? Parabéns, hein! Achem uma p####### do tamanho de um t######### e sentem em cima, seus r###########!
E a DC não fica atrás não.
Não sei agora, como disse, faz tempo que não leio, mas na década de 90, TODA mega série, aqueles super crossovers, que envolviam todos os personagens do universo DC, a coisa descambava para um arregaçamento mundial, e na última edição aparecia aquele stripper prateado, o Espectro (olha a roupa deste boy magia, capa, capuz e tanguinha, ahhhhh, meu paranáááááá!!! Isso se cura com r#### espinhada girando no r######, sua b#####l#####) e falava que não sei o que místico interferia na ordem cósmica, aí todo mundo dava as mãozinhas, cantava a musiquinha do Gorpo e PLIM!... A ameaça sumia.

Onde está a criatividade para surgir com uma solução original dentro das regras dos poderes que foram apresentados até agora?
Cadê a inteligência para construir uma trama cheia de pequenas pistas, que instigarão o leitor a descobrir, juntamente com os personagem, uma solução bacana para tod'aquela situação?
Falta imaginação para pensar fora do que já existe?
Falta coragem para modificar o mundo dos supers depois que se passa uma mega catástrofe?

E você, faz isso no seu jogo?
Coloca um NPC mágico resolvendo tudo no último capítulo da campanha? Enche os jogadores de artefatos mágicos porque eles não tem capacidade de montar estratégias para enfrentar os inimigos? Cria vários desafios irados e amarra todos eventos com um mago superpoderoso que estava entediado e decidiu criar esses desafios?
É melhor você começar a ler algo que preste. Já tentou alguma das dicas do site do Maldito ou do F Fontana ?

Ou então utilize o Baralho Narrativo:

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Primeiras pontuações do Live Action "Invasores de Corpos"

Já está quente a disputa.
Os primeiros vídeos já chegaram, mas ninguém alcançou a pontuação do Jeff de Araraquara ainda.
Só deixando claro algumas regras:
- Toda a pontuação de cada participante tem que estar no mesmo vídeo, então peço que façam uma edição unindo todas as suas ações.
- Vale formar equipe para participar, mas todas as ações do grupo terão que estar no mesmo vídeo.

Confiram as participações até o momento:



O Peixe até que conseguiu um belo efeito artístico ao chutar com vontade o cavalete e mandar ripa pra todo lado, portanto, estou dando +1 ponto de bônus pelo ódio no coração.

Fabrizzio, o seu vídeo foi desclassificado, não só por ter chutado só 2 cavaletes e usar a edição para parecer que chutou 10. E outro motivo para a desclassificação é que você chutou o cavalete igual uma menininha, até segurando o cavalete durante a queda. Seje hômi e meta a bica nessas poha, cabra.

E o live continua, mande seus vídeos.


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domingo, 16 de setembro de 2012

Participe do Live Action nacional do IRPG!

Eles estão entre nós, e pretendem escravizar a humanidade.
Eles dominam a nossa sociedade por séculos, e surge agora uma chance de quebrar seu reino de opressão.

Este é o tema do live action que o site "Idéias para Jogos de RPG" está lançando em todo o Brasil, com inspiração direta no clássico "Os Invasores de Corpos", de Jack Finney.
Sim, você que mora em qualquer parte do Brasil, e tem uma câmera digital e acesso à internet vai poder participar.
Mandamos espalhar, por várias cidades do país, cavaletes e cartazes com imagens de seres disfarçados de humanos, muito bem penteados, alguns até com terno e gravata, acompanhadas de nomes, siglas e números em código.
Estes são os avatares desta raça, de comportamento virótico, que estão arruinando cada vez mais a nossa sociedade.
O Live funcionará da seguinte maneira: Você sai pela sua cidade, pode ser sozinho ou em bando, caçando esses avatares, pode ser no formato cavalete ou cartaz.
Ganhará mais pontos quem destruir mais desses avatares, como fez o nosso amigo de Araraquara que deu os pontapés iniciais neste live:



A pontuação é a seguinte:
Derrubar no bicudo: 1 ponto.
Rasgar com faca: 2 pontos.
Urinar ou espalhar fezes no alvo: 2 pontos.
Destruir estrutura de cavalete com marreta, machado ou espada: 5 pontos.
Cobrir outdoor com tinta: 6 pontos.
Atear fogo: +5 pontos de bônus.
Girtar "Allah al akbar" enquanto realiza a destruição: +1 ponto de bônus.

Grave a sua performance, suba o vídeo para o youtube, e mande o link nos comentários deste post.
Mas seja rápido, a brincadeira vai só até a primeira semana de Outubro.


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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

O Poder da Imaginação

In the times when the oceans drank Atlantis, a galera passava a tarde inteira jogando videogame.
A diferença é que o videogame da época era o Atari, que tinha gráficos tão bons quanto o MineCraft.



Olhando agora para a quadradeza destes games, como é que podemos justificar tanto tempo chacoalhando o joystick (procurem a tradução deste nome, como eram ingênuos os anos 80...) na frente da televisão?
Será que era pelo desafio de conseguir uma pontuação maior no jogo ou era uma total e absoluta falta do que fazer?
Sim, naquela época os jogos não tinham fim, e o desafio dos jogos era maior a cada fase, transformando os recordes em verdadeiras medalhas entre a garotada (existiam lendas que, se você fizesse o caminho correto do Pitfall sem perder muito tempo, você chegava numa escadinha de helicóptero e subia para fora da tela; outros diziam que depois da décima tela do Enduro, o jogo parava e uma taça de ouro piscava no placar; no Frostbite, diziam que se você chegasse nos 400.000 pontos, você chegava numa praia, maaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaas, nenhum desses finais foi confirmado).
Sim, não tinha internet, gibi era so uma vez por mês e desenhos animados bons só passavam no domingo de manhã, portanto, nada melhor para se fazer.
E ainda assim, por incrivel que possa parecer, a imaginação da turma permitia a imersão naqueles cenários poligonais coloridos que, na maioria das vezes, eram feitos por apenas 1 programador.
Pode parecer impossível, não só pelos gráficos rudimentares, como também pela falta de noção das ações que eram feitas (um caçador pulando canibais para salvar sua namorada, um avião voando no leito de um rio destruindo tudo que está na sua frente, uma nave atirando em outras naves que ficam em formação reta e só atiram de vez em quando, entre outras), mas ainda assim, a gente conseguia entrar naquele mundo.
É esse o poder da imaginação.
Tem gente que gostava tanto que até reformou alguns games para mostrar como é que aqueles quadradinhos eram vistos na mente deles.
Atenão, só funciona no Internet Explorer, afinal, não basta ser Atari, tem que ser precário.




sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Nunca nos Cinemas: The Raid

20 policiais de elite
1 impiedoso chefe do crime
30 andares de caos
Este é todo roteiro que você precisa para mestrar um jogo de ação.



É fato que a maioria dos jogadores não está nem aí para investigações, aliás, se for necessária alguma investigação para o jogo seguir, a aventura vai pro saco.
"The Raid" dá uma aula de ação para mestres de jogo, colocando a diversão acima de tudo.
Se os jogadores não perguntarem por reforço no começo do jogo, você pode até dispensar a trama com o tenente que o ocorre no filme.
Ops, seria esse um spoiler? ah, f###-se, vai falar que alguém assiste um filme desses só para valorizar a trama.
Não que a trama não seja importante, afinal, seria meio estranho largar os policiais atirando indiscriminadamente no meio da rua. No filme isso é resolvido fechando toda a ação dentro de um prédio (adivinha o que tem mira telescópica e não vai deixar ninguém colocar a cabeça para fora do prédio?).
Destaque vai para um detalhe que ocorre nesse filme, assim como na maioria dos filmes de ação: Do nada, os personagens partem pra porrada mesmo tendo armas de fogo.
Neste filme, as gritaria durante as cenas de porradaria é mais alta do que os estouros nos tiroteios.
Cair na porrada perde toda a graça, aliás, nem ocorre, quando alguém tem uma arma de fogo durante a peleja, para resolver isso, existe um ambiente fechado, onde um cara com uma faca pode até ter alguma vantagem contra um cara com uma arma de fogo, pois, se o atirador perder a iniciativa, dificilmente ele terá uma segunda oportunidade de utilizar sua arma. Coloca aí uma penalidade de -3 para quem utiliza arma de fogo em briga corpo a corpo.
Outra solução são manobras de desarme, que ocorrem mais facilmente contra uma arma de fogo do que contra um facão.
E sempre existe o fim da munição, fazendo com que o personagem utilize seu revólver como pedra e parta para o abraço.
E existe também a possibilidade de forçar o combate desarmado dando a última rajada de balas do pente nos pacotes de cocaína, deixando todo mundo com penalidade de -3 para perceber alvos em longa distância por estarem no meio de uma nuvem de pó e também com bônus de +2 para ataque e -3 para defesa por estarem bem doidões.
E não bastando isso, o filme ainda ensina como criar um vilão baixinho e invocado. Você vê o carinha no começo da história e não dá nada pra ele, acha que vai ser só mais um dos capangas que vai capotar na primeira curva em que ele encontrar os mocinhos. Que nada, o baixinho é mais nervoso que o Wolverine. E mais lôco que o Bátima.


Aproveitando o post, gostaria de informar que estou vendendo um Dragon Dice lá no mercado livre. Clique no banner abaixo e pesquise "dragon dice game" para ver o brinquedo:



Com grandes poderes, quero mais é que se f...

Ah lá... de novo o palhação... só porque tem grandes poderes acha que pode...



quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Com grandes poderes, pra quê responsabilidades...

Olha só quem encheu a cara e foi trollar a manicure:






terça-feira, 4 de setembro de 2012

Assassin's Creed

Alguns jogos deveriam ser jogados na escola, inclusive a série de videogames "Assassin's Creed".
Além de ensinar várias técnicas de assassinato... só que não.
Videogames não ensinam a matar, tá... foi só uma tentativa de piada.
A série Assassin's Creed fala de uma organização secreta antiga que age nos bastidores do poder, e é ambientada em vários momentos históricos da nossa realidade.
Para jogos de RPG, esse cenário é um prato cheio. Personagem altamente treinados em combate e furtividade que desafiam políticos e seus exércitos em vários momentos históricos.
A motivação já servirá para manter o grupo unido, afinal, eles fazem parte de uma mesma organização.
E existe a possbilidade de produzir membros variados nesse grupo, como na série "Missão Impossível" (estou me referindo à série de TV): Um com habilidades de espionagem, outro com especialidade em disparos em longuíssima distância, o grandalhão porradeira, etc.

Além dessa proposta de aventura, a trama dos games ficou tão boa que acabaram romanceando-as.
Não crepuscularam Assassin's Creed, estou querendo dizer que fizeram romances ( = livros ) com a histórias dos jogos.

Para saber mais detalhes sobre estes livros (sim, já saiu o terceiro), clique na propaganda abaixo e procure por "assassin creed" (se você colocar "assassins creed" vai aparecer só o game).