domingo, 18 de março de 2012

Tabuleiro de RPG

Um dos primeiros estranhamentos que o RPG causa é o fato dele ser um jogo sem tabuleiro. Pelo menos, sem um tabuleiro fixo.
Eventualmente, para descrever melhor uma situação, o mestre de jogo precisa fazer um mapinha, ou aproveitar algum já pronto e colocar as miniaturas que representam os personagens para ilustrar o posicionamento de cada um no cenário.
Uma opção diferente, que pode ser útil tanto para mapas de estruturas pequenos, como também para jogos em barcos durante tempestades (?!) é utilizar alfinetes de mapas.
Esses alfinetes com cabeças coloridas podem ser encontrados em papelarias ou lojas de armarinhos em vários tamanhos, formas e cores.
Para utilizá-los no mapa, você deve colocar 2 camadas de papelão por baixo da folha em que está impresso o mapa.
Para fixar a folha nos papelões, você pode utilizar os próprios alfinetes em 2 cantos da folha, alcançando o segundo papelão.
Outra possibilidade, caso você não tenha acesso a esses alfinetes, você pode etiquetar alfinetes normais, e escrever nessa etiqueta o nome do personagem ou monstro que está naquela posição.

4 comentários:

  1. Nunca imaginei que jogasse RPG em um barco, e qual seria a dificuldade de se usar mapas com miniaturas.

    Grande ideia Ventura.

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  2. A dificuldade seria que, numa onda mais ignorante, as miniaturas iriam tombar com o balango do barco, e uma dessas miniaturas que fosse de chumbo e rolasse até cair fora do barco poderia ser ingerida por uma baleia, que doidona pela intoxicação por chumbo, se deslocaria até alguma praia do nosso litoral e acabaria encalhando.
    Por conta da morosidade das autoridades em decidir o que fazer com o cadáver da baleia, o presunto marinho começaria a apodrecer e inchar com os gases da decomposição, uma vez que fora do amortecimento de pressão do ambiente marinho, todos os orifícios corporais da baleia acabam se fechando por compressão.
    Em menos de dois dias, considerando a alta temperatura do litoral brasileiro, a pressão dos gases internos seria tão grande que estouraria a epiderme putrefata causando uma explosão da proporção de uma baleia, capaz de arremessar seus restos em decomposição para até 1,5 km de distância (aproximadamente 10 quarteirões de raio).
    Juntamente com essa chuva de dejetos, cairiam vírus típicos do ambiente marinho que se desenvolveram durante 2 dias no interior do corpo em decomposição, o que garantiria quantidade para um elevado nível de infecção.
    Por conta da baixa resistência humana a vírus desconhecidos, tais quai estes de baleia, este poderia ser o início de uma epidemia zumbi, que se não fosse combatida com eficiência, com parentes matando seus entes queridos ao primeiro sinal de infecção, estaria iniciada a escala de pandemia ao final de 6 dias no território nacional, com possibilidade de 50% de alastramento para outros países se os aeroportos não forem fechados a tempo.
    Mesmo conseguindo essa restrição imediata do território, a presença do vírus no território teria uma autonomia móvel de até 5 anos, restando apenas a autonomia estática após este prazo, portanto, a infecção exterior seria apenas uma questão de tempo, resultando assim no final da sociedade humana tal qual a conhecemos.
    Poderia ter resultados piores, mas, em resumo, seria essa a dificuldade de se usar mapas com miniaturas em um barco.

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  3. Curti! Mas o problema é definir as regras, poderia fazer um post de ajuda para definição de regras? Obrigado.

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  4. Pilha sensacional essa, hein? Só que não.

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