quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Passou nos cinemas?

Assisti um filme aqui, mas não sei se passou nos cinemas...
Tinha um cara, todo palhação, levando uma vida criminosa, e numa de suas "artes", ele acabou queimando com gasolina parte do corpo e do rosto de um cara que, até então, era certinho, mas depois disso tascou o dedo no f##### e despirocou geral.
E por incrível que possa parecer, eu não estou falando do "Batman, o Cavaleiro das Trevas", estou falando do filme "Employee of the Month", que foi traduzido aqui como "O Dia Perfeito".

E não é só do filme do bátima que esse filme carrega elementos. Sem dar spoilers, alguma cenas são quase que refilmagens de "Os Infiltrados", "Se beber não case" e "Sucker Punch".
E o mais interessante ainda é que, esse filme, que reúne elementos de todos os outros, foi feito alguns anos antes de todos eles!!!
Será que esse pouco conhecido filme é tão genial que servil de inspiração para todos os outros?
Vai ser difícil confirmar ou negar tais apropriações, pois ocorre com as histórias algo que também ocorre com as músicas:
por aqui também:
e entre lá e aqui também:

Casos de plágio à parte, existem alguns elementos que, curiosamente, surgem igualmente em diferentes lugares.
Você já se questionou como é que os índios americanos já utilizavam arcos mesmo antes dos europeus chegarem no continente? O mesmo ocorre com o bumerangue, que foi desenvolvido em vários locais afastados do mundo, como austrália, ásia e áfrica.
Até o jogo de xadrez não tem origem definida, pois não se chega num acordo sobre quem o inventou primeiro. Existe a possibilidade do jogo ter sido desenvolvido em paralelo em países diferentes, mas com algumas diferenças nas regras.

E é assim também com ideias. A mesma ideia pode surgir em vários locais diferentes ao mesmo tempo. Diz uma teoria que não são os humanos de têm as ideias, são as ideias é que chegam no seu tempo de nascer, independente de quem as tenha.




Recorde no Live "Invasores de Corpos"

Vai ser difícil superar a galera do Vandativismo, os caras mandaram muito bem numa verdadeira ação de guerra contra o inimigo. Menção honrosa para a manobra incendiária: um na frente jogando o álcool, outro atrás ateando fogo, e um terceiro chegando de carro para recolher a turma:


Confira outros bons desempenhos:




Infelizmente, tem gente que não entende a brincadeira e vem atrapalhar nossa atividade:



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sábado, 22 de setembro de 2012

A Fácil Solução Mágica

Ah, que réiva, cai na piadinha da solução mágica de novo.
Já falei disso em alguns podcasts, considero o extremo da falta de imaginação a solução mágica para tramas.
E não estou falando do recurso "Deus Ex" a.k.a. "José Alencar", quando o autor, sem capacidade criativa para finalizar de maneira interessante sua história, coloca alguém ganhando na loteria ou inventa um aumento absurdo do poder no personagem que só acontece uma vez na vida.
Estou falando de, quando a situação parece sem saída, depois de várias pistas obscuras sobre o que poderia estar acontecendo, com várias possibilidades dramáticas de desfecho, o autor me aparece com um papinho de que tudo aquilo é uma reação mística de não sei das quantas, e que se for feito um ritual mágico com todos fazendo cara de que estão utilizando toda a sua capacidade de concentração a realidade pode se alterar e consertar tudo.
Ah, vá pra p##############, sério mesmo que alguém acha graça de acompanhar uma história, ver o perigo se alastrando, prestar atenção nos detalhes da trama, para ter um finalzinho mágico de improviso jogado na sua cara?
Por incrível que possa parecer, isso ocorreu numa história em quadrinhos de super herois, e o pior é que não é a primeira vez que acontece isso.
Já faz um bom tempo que não acompanho HQs de supers, pois depois de 1 ano, a gente percebe que a história é sempre a mesma, só muda a fantasia da turma, portanto, seguindo a dica do Fernando Fontana, eu só leio algumas edições especiais, quando ocorrem histórias fechadas que podem até escapar da cronologia mensal das HQs.
Com a campanha Quadrinhos nas Escolas, o próprio Fernando Fontana foi um dos maiores doadores até o momento, e eu aproveitei para dar uma lida no "Vingadores: A Queda" que ele doou.
Daqui pra diante, senta que lá vem spoiler, hein...
Vários eventos em sequência detonando os Vingadores, a ameaça aumentando cada vez mais, o gavião arqueiro e o homem-formiga mortos, a mansão destruida, todos os supers do universo Marvel que já foram Vingadores aparecem para unir forças, nisso, aparece o v#### do Doutor Estranho e descobre que a p#### da Feiticeira Escarlate surtou DE NOVO (exatamente, além de ser solução mágica, é solução repetida) e é só fazer cara de muita concentração, com vários desenhos bizarros no fundo da cena, que a l####### desmaia e tudo volta ao normal.
...
Vai t########. É de enfiar o d#####do######de#######no######## e sair ########### no meio da rua.
Não sei se estou sendo xarope igual os caras do Melhores do Mundo e têm um site de quadrinhos e falam mal de todos quadrinhos que são lançados (pelo menos, na categoria supers).
Será que, realmente, é porque quadrinho é coisa de criança, depois dos 10 anos de idade perde a graça ler essas p####, estão no mesmo balaido da turma da Mônica?
Alguém com mais do que 10 anos não se sente ofendido com um final desses para uma saga com seus super herois?

Se fosse a primeira vez, bom já é ruim um final babaca desse, mas na primeira vez ainda passa, o problema é que essa merda acontece direto.
Como já disse, sei lá que p#### de saga da Marvel (acho que foi a Dinastia M), essa p#### da Feiticeira Escarlate já tinha feito a mesma coisa.
E não é só com ela.
Eu estava lendo uma história sensacional do Quarteto Fantástico, onde eles decidem administrar a Latvéria depois de ter derrotado definitivamente o Doutor Destino.
Não gosto do Quarteto Fantástico, nunca acomanhei suas histórias, mas como era uma edição especial, e me pareceu interessante o tema, comprei a revista para ter o que ler numa longa viagem de ônibus.
A história começou legal, com o Quarteto tendo que enfrentar a impopularidade deles na Latvéria.
Várias situações interessantes exigiam soluções criativas para os protagonistas conseguirem resolver esse desafio social.
Do nada, aparece uma situação impossível, sei lá o que só o Doutor Destino poderia resolver, e os f########### precisam ir para a p#### do INFERNO para RESGATAR O DOUTOR DESTINO!!!
C##########, é isso o melhor que a criatividade dos autores da Marvel consegue? Parabéns, hein! Achem uma p####### do tamanho de um t######### e sentem em cima, seus r###########!
E a DC não fica atrás não.
Não sei agora, como disse, faz tempo que não leio, mas na década de 90, TODA mega série, aqueles super crossovers, que envolviam todos os personagens do universo DC, a coisa descambava para um arregaçamento mundial, e na última edição aparecia aquele stripper prateado, o Espectro (olha a roupa deste boy magia, capa, capuz e tanguinha, ahhhhh, meu paranáááááá!!! Isso se cura com r#### espinhada girando no r######, sua b#####l#####) e falava que não sei o que místico interferia na ordem cósmica, aí todo mundo dava as mãozinhas, cantava a musiquinha do Gorpo e PLIM!... A ameaça sumia.

Onde está a criatividade para surgir com uma solução original dentro das regras dos poderes que foram apresentados até agora?
Cadê a inteligência para construir uma trama cheia de pequenas pistas, que instigarão o leitor a descobrir, juntamente com os personagem, uma solução bacana para tod'aquela situação?
Falta imaginação para pensar fora do que já existe?
Falta coragem para modificar o mundo dos supers depois que se passa uma mega catástrofe?

E você, faz isso no seu jogo?
Coloca um NPC mágico resolvendo tudo no último capítulo da campanha? Enche os jogadores de artefatos mágicos porque eles não tem capacidade de montar estratégias para enfrentar os inimigos? Cria vários desafios irados e amarra todos eventos com um mago superpoderoso que estava entediado e decidiu criar esses desafios?
É melhor você começar a ler algo que preste. Já tentou alguma das dicas do site do Maldito ou do F Fontana ?

Ou então utilize o Baralho Narrativo:

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Primeiras pontuações do Live Action "Invasores de Corpos"

Já está quente a disputa.
Os primeiros vídeos já chegaram, mas ninguém alcançou a pontuação do Jeff de Araraquara ainda.
Só deixando claro algumas regras:
- Toda a pontuação de cada participante tem que estar no mesmo vídeo, então peço que façam uma edição unindo todas as suas ações.
- Vale formar equipe para participar, mas todas as ações do grupo terão que estar no mesmo vídeo.

Confiram as participações até o momento:



O Peixe até que conseguiu um belo efeito artístico ao chutar com vontade o cavalete e mandar ripa pra todo lado, portanto, estou dando +1 ponto de bônus pelo ódio no coração.

Fabrizzio, o seu vídeo foi desclassificado, não só por ter chutado só 2 cavaletes e usar a edição para parecer que chutou 10. E outro motivo para a desclassificação é que você chutou o cavalete igual uma menininha, até segurando o cavalete durante a queda. Seje hômi e meta a bica nessas poha, cabra.

E o live continua, mande seus vídeos.


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domingo, 16 de setembro de 2012

Participe do Live Action nacional do IRPG!

Eles estão entre nós, e pretendem escravizar a humanidade.
Eles dominam a nossa sociedade por séculos, e surge agora uma chance de quebrar seu reino de opressão.

Este é o tema do live action que o site "Idéias para Jogos de RPG" está lançando em todo o Brasil, com inspiração direta no clássico "Os Invasores de Corpos", de Jack Finney.
Sim, você que mora em qualquer parte do Brasil, e tem uma câmera digital e acesso à internet vai poder participar.
Mandamos espalhar, por várias cidades do país, cavaletes e cartazes com imagens de seres disfarçados de humanos, muito bem penteados, alguns até com terno e gravata, acompanhadas de nomes, siglas e números em código.
Estes são os avatares desta raça, de comportamento virótico, que estão arruinando cada vez mais a nossa sociedade.
O Live funcionará da seguinte maneira: Você sai pela sua cidade, pode ser sozinho ou em bando, caçando esses avatares, pode ser no formato cavalete ou cartaz.
Ganhará mais pontos quem destruir mais desses avatares, como fez o nosso amigo de Araraquara que deu os pontapés iniciais neste live:



A pontuação é a seguinte:
Derrubar no bicudo: 1 ponto.
Rasgar com faca: 2 pontos.
Urinar ou espalhar fezes no alvo: 2 pontos.
Destruir estrutura de cavalete com marreta, machado ou espada: 5 pontos.
Cobrir outdoor com tinta: 6 pontos.
Atear fogo: +5 pontos de bônus.
Girtar "Allah al akbar" enquanto realiza a destruição: +1 ponto de bônus.

Grave a sua performance, suba o vídeo para o youtube, e mande o link nos comentários deste post.
Mas seja rápido, a brincadeira vai só até a primeira semana de Outubro.


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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

O Poder da Imaginação

In the times when the oceans drank Atlantis, a galera passava a tarde inteira jogando videogame.
A diferença é que o videogame da época era o Atari, que tinha gráficos tão bons quanto o MineCraft.



Olhando agora para a quadradeza destes games, como é que podemos justificar tanto tempo chacoalhando o joystick (procurem a tradução deste nome, como eram ingênuos os anos 80...) na frente da televisão?
Será que era pelo desafio de conseguir uma pontuação maior no jogo ou era uma total e absoluta falta do que fazer?
Sim, naquela época os jogos não tinham fim, e o desafio dos jogos era maior a cada fase, transformando os recordes em verdadeiras medalhas entre a garotada (existiam lendas que, se você fizesse o caminho correto do Pitfall sem perder muito tempo, você chegava numa escadinha de helicóptero e subia para fora da tela; outros diziam que depois da décima tela do Enduro, o jogo parava e uma taça de ouro piscava no placar; no Frostbite, diziam que se você chegasse nos 400.000 pontos, você chegava numa praia, maaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaas, nenhum desses finais foi confirmado).
Sim, não tinha internet, gibi era so uma vez por mês e desenhos animados bons só passavam no domingo de manhã, portanto, nada melhor para se fazer.
E ainda assim, por incrivel que possa parecer, a imaginação da turma permitia a imersão naqueles cenários poligonais coloridos que, na maioria das vezes, eram feitos por apenas 1 programador.
Pode parecer impossível, não só pelos gráficos rudimentares, como também pela falta de noção das ações que eram feitas (um caçador pulando canibais para salvar sua namorada, um avião voando no leito de um rio destruindo tudo que está na sua frente, uma nave atirando em outras naves que ficam em formação reta e só atiram de vez em quando, entre outras), mas ainda assim, a gente conseguia entrar naquele mundo.
É esse o poder da imaginação.
Tem gente que gostava tanto que até reformou alguns games para mostrar como é que aqueles quadradinhos eram vistos na mente deles.
Atenão, só funciona no Internet Explorer, afinal, não basta ser Atari, tem que ser precário.




sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Nunca nos Cinemas: The Raid

20 policiais de elite
1 impiedoso chefe do crime
30 andares de caos
Este é todo roteiro que você precisa para mestrar um jogo de ação.



É fato que a maioria dos jogadores não está nem aí para investigações, aliás, se for necessária alguma investigação para o jogo seguir, a aventura vai pro saco.
"The Raid" dá uma aula de ação para mestres de jogo, colocando a diversão acima de tudo.
Se os jogadores não perguntarem por reforço no começo do jogo, você pode até dispensar a trama com o tenente que o ocorre no filme.
Ops, seria esse um spoiler? ah, f###-se, vai falar que alguém assiste um filme desses só para valorizar a trama.
Não que a trama não seja importante, afinal, seria meio estranho largar os policiais atirando indiscriminadamente no meio da rua. No filme isso é resolvido fechando toda a ação dentro de um prédio (adivinha o que tem mira telescópica e não vai deixar ninguém colocar a cabeça para fora do prédio?).
Destaque vai para um detalhe que ocorre nesse filme, assim como na maioria dos filmes de ação: Do nada, os personagens partem pra porrada mesmo tendo armas de fogo.
Neste filme, as gritaria durante as cenas de porradaria é mais alta do que os estouros nos tiroteios.
Cair na porrada perde toda a graça, aliás, nem ocorre, quando alguém tem uma arma de fogo durante a peleja, para resolver isso, existe um ambiente fechado, onde um cara com uma faca pode até ter alguma vantagem contra um cara com uma arma de fogo, pois, se o atirador perder a iniciativa, dificilmente ele terá uma segunda oportunidade de utilizar sua arma. Coloca aí uma penalidade de -3 para quem utiliza arma de fogo em briga corpo a corpo.
Outra solução são manobras de desarme, que ocorrem mais facilmente contra uma arma de fogo do que contra um facão.
E sempre existe o fim da munição, fazendo com que o personagem utilize seu revólver como pedra e parta para o abraço.
E existe também a possibilidade de forçar o combate desarmado dando a última rajada de balas do pente nos pacotes de cocaína, deixando todo mundo com penalidade de -3 para perceber alvos em longa distância por estarem no meio de uma nuvem de pó e também com bônus de +2 para ataque e -3 para defesa por estarem bem doidões.
E não bastando isso, o filme ainda ensina como criar um vilão baixinho e invocado. Você vê o carinha no começo da história e não dá nada pra ele, acha que vai ser só mais um dos capangas que vai capotar na primeira curva em que ele encontrar os mocinhos. Que nada, o baixinho é mais nervoso que o Wolverine. E mais lôco que o Bátima.


Aproveitando o post, gostaria de informar que estou vendendo um Dragon Dice lá no mercado livre. Clique no banner abaixo e pesquise "dragon dice game" para ver o brinquedo:



Com grandes poderes, quero mais é que se f...

Ah lá... de novo o palhação... só porque tem grandes poderes acha que pode...



quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Com grandes poderes, pra quê responsabilidades...

Olha só quem encheu a cara e foi trollar a manicure:






terça-feira, 4 de setembro de 2012

Assassin's Creed

Alguns jogos deveriam ser jogados na escola, inclusive a série de videogames "Assassin's Creed".
Além de ensinar várias técnicas de assassinato... só que não.
Videogames não ensinam a matar, tá... foi só uma tentativa de piada.
A série Assassin's Creed fala de uma organização secreta antiga que age nos bastidores do poder, e é ambientada em vários momentos históricos da nossa realidade.
Para jogos de RPG, esse cenário é um prato cheio. Personagem altamente treinados em combate e furtividade que desafiam políticos e seus exércitos em vários momentos históricos.
A motivação já servirá para manter o grupo unido, afinal, eles fazem parte de uma mesma organização.
E existe a possbilidade de produzir membros variados nesse grupo, como na série "Missão Impossível" (estou me referindo à série de TV): Um com habilidades de espionagem, outro com especialidade em disparos em longuíssima distância, o grandalhão porradeira, etc.

Além dessa proposta de aventura, a trama dos games ficou tão boa que acabaram romanceando-as.
Não crepuscularam Assassin's Creed, estou querendo dizer que fizeram romances ( = livros ) com a histórias dos jogos.

Para saber mais detalhes sobre estes livros (sim, já saiu o terceiro), clique na propaganda abaixo e procure por "assassin creed" (se você colocar "assassins creed" vai aparecer só o game).