sábado, 21 de setembro de 2013

O Nome do Sistema

Sempre que alguém cai em alguma armadilha do sistema legislativo brasileiro, ao tentar buscar uma saída, acaba chegando na conclusão de que tudo foi armado para o cidadão perder e a corrupção ganhar.
A partir daí, surgem críticas contra "O Sistema", que "O Sistema" está viciado no poder, que "O Sistema está corrompido" e que não tem como lutar contra "O Sistema".
Surge então uma cultura que trata o Sistema como se fosse uma entidade etérea e onipresente, que a todos pode atingir sem nunca ser atacada; uma divindade contra a qual não se pode lutar.


Uma comparação com este Sistema pode ser feita com artistas de cinema, ou até mesmo com autores de livros; o público não consegue assimilar que essas pessoas são seres humanos como eles, com as mesmas capacidades e as mesmas fragilidades.

Mas existe quem pensa diferente. Existem aqueles que enxergam as pessoas que se passam por "Mágicos de Oz".
As pessoas que manipulam esse Sistema estão por aí, podem ser vistas, podem ser atingidas.
É isso que pensa Luciano Cunha, e ele mostra uma solução para esta situação em sua obra em construção: "O Doutrinador".
Em seus quadrinhos, o protagonista busca a solução dos problemas da nação matando os nomes da corrupção.
Simples e direto.
Será que isso funcionaria, ou é apenas ficção barata de HQs?

Não é difícil descobrir os nomes por trás do Sistema, qualquer busca pela internet, qualquer notícia de telejornal, qualquer trabalho de pesquisa pode mostrar alguns desses nomes, por exemplo:
 ou então:

e mais:

Pelos meios do "Sistema", já se provou que não existe justiça, mas e por meio de vingança popular? Por acaso tais pessoas não sangram?

Os protestos pacíficos, com um tempero de vandalismo, que tomaram as ruas de várias cidades brasileiras, se mostraram ineficientes contra o "Sistema", mas e um protesto violento, na garganta dos nomes por trás do "Sistema", como propõe o Doutrinador; seria essa a solução?



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