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Mostrando postagens com o rótulo comportamento

Seu personagem é sugestionável por "inceptions"?

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Tá lá, o grupo de personagens jogadores, aventureiros de fantasia medieval, passeando pela vila quando se aproxima um velho, trajes longos e um pouco sujos, com olhar penetrante e voz de quem quer esconder um segredo, ele diz: "Naquela caverna, aquela com cheiro de carniça que fica do lado da Montanha Beluga; existe um grande tesouro escondido nela, eu seeeeei, eu viiiiiii." Depois disso, o velho diz estar atrasado para um compromisso, entra no Templo da Mão Carmesim e senta-se em estado de meditação. Somente essa cena já seria motivação suficiente para os jogadores decidirem que a aventura do dia vai ser explorar a tal caverna? Será mesmo? Sem confirmar tal informação com alguma autoridade da cidade, ou até mesmo sem tentar descobrir quem é aquele velho? E no final de tal empreitada, ao não encontrar nada de valor no fundo da caverna (a não ser um ninho de centopeias carniceiras que mataram um dos membros do grupo), os jogadores poderiam culpar o mestre de tê-los engana...

Seu personagem com fobia está se assustando do jeito certo?

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Tem jogador que inventa alguma fobia para o personagem só para ganhar alguns pontinhos de criação, mas e na hora em que ele encontra o alvo de sua fobia, ele se comporta de acordo? Fobia não é só um sentimento de medo, que o personagem simplesmente se afasta e está tudo certo. Durante um surto de fobia, o personagem não raciocina direito, tem dificuldades para agir, e tem dificuldade para controlar gritos e tremores. E fobia pode acontecer com os mais variados elementos, até mesmo com fralda de bebê:

Com grandes poderes, vem grandes... paqueras?

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Eles são mais rápidos do que tiros, mais fortes do que guindastes, mais ágeis do que um musaranho (?), mas e a vida pessoal de um super, como é que fica? Sabia que se você incentivar seus jogadores a criar situações para a vida cotidiana dos seus personagens com super poderes, as cenas de ação ficarão muito mais empolgantes? Isso acontece porque a vida cotidiana do personagem fará com que o jogador se aproxime com o lado humano dele, criará uma empatia maior com o personagem, portanto, durante as cenas de ação, ele sentirá ainda mais a "fantasticidade" das situações diante do olhar humano comum dele.

Personagens femininas são violentas?

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Existe uma certa cautela quando personagens femininas estão no jogo, principalmente quando são controladas por meninas. Aliás, mesmo jogando com personagens masculinos, o ritmo da mesa de jogo muda quando tem uma menina presente. Uma das motivações deste comportamento é o fato de que o sexo feminino não está ligado com violência. Pelo menos na teoria, meninas buscam outra coisa numa história, e não apenas brigas com os inimigos. O mestre de jogo fica quebrando a cabeça, buscando um interesse amoroso para motivar a personagem feminina, ou então, criando pets fofinhos e armaduras coloridas para atrair a atenção dela, mas com a motivação correta, qualquer jogador pode ficar muito violenta. As motivações femininas são sutis e malucas, elas enxergam algo que vai além da realidade, e só faz sentido para elas. Uma dica interessante para despertar o ódio delas contra seus inimigos, e fazer elas rolarem os dados com gosto é cuidar dos detalhes do inimigo. Não estou falando de bônus de arma...

Moral e Ética

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Os jogadores malemá pensam numa estratégia para derrotar os vilões; questionar a moralidade da missão que aceitaram ou a ética dos meios utilizados para cumprí-la, então, vão achar que é piada se alguém levantar esse assunto durante o jogo. Se vai adiantar alguma coisa a leitura desse livro para seus jogadores? Eu não sei. Aliás, nem sei se esse livro tem alguma coisa a ver com esse post. É anti-ético ou imoral colocar a ilustração da capa de um livro que eu não li e nem sei se tem alguma utilidade? Eu também não sei. É muito comum os jogadores participarem de uma campanha de RPG como se joga um videogame: matando monstros e passando de fase. Mas não podemos dizer que isso está errado. Só que o RPG tem tantas possibilidades que eu fico frustrado de tanta gente só no "game", sem dar a mínima para o "roleplay". Também não podemos dizer que isso é culpa exclusiva dos jogadores. Tem mestre de jogo que conhece tão mal seu mundo de jogo que qualquer decisão difer...

Jogos Vorazes de RPG

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Não me interessei no filme "Jogos Vorazes" por achar que seria uma cópia descarada do genial "Battle Royale" . Não tem como negar que o tema de jovens se matando em uma espécie de programa "Big Brother"   ocorre em ambos os filmes. A curiosidade me levou a assistir Jogos Vorazes , e, realmente, são claras as semelhanças entre os dois filmes. Porém, existem algumas diferenças interessantes no Jogos Vorazes. Mesmo que a autora do livro, Suzanne Collins, tenha se inspirado diretamente no filme (e mangá) Battle Royale, o filme acrescenta elementos interessantes na trama. Além do conflito dos personagens, existe a situação crítica entre os estados rebeldes dos novos Estados Unidos, e existem também todos os bastidores do programa, com interesses políticos prejudicando a protagonista e a torcida do público podendo beneficiar os jogadores. E é nessa parte dos bastidores que ocorreu uma situação muito parecida com alguns jogos de RPG. Os jovens foram re...

Inspiração cavernosa para personagens perturbados

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Que tal procurar em músicas o background para vilões ou crimes que os personagens deverão investigar. Nick Cave é uma das mentes mais doentias do mundo musical. Quando se presta atenção nas letras de suas músicas, as cenas mórbidas que ele canta assombrarão para sempre a sua lembrança. Não é sobrenatural, nem exagerado, é na medida certa para sentir o sangue morno escorrendo dos seus ouvidos. Eu deveria mandar essa matéria para o site do Maldito , pois esse post vai dar bem mais motivo do que a sequência de "Exu Caveirinha" do ano passado para falarem bobagens sobre o já famigerado RPG, mas como ainda não recebemos nenhuma doação do IRPGCast Esperança, o post vai sair aqui mesmo.  Vamos fazer uma experiência, para você perceber como os acontecimentos mais bizarros podem estar ocorrendo na sua frente, sem que você perceba. Aproveitando que a maioria do nosso público não tem a mínima ideia do que é falado em músicas em inglês, assista o belo videoclipe abaixo, tentando i...

Super pra baixo

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Já percebeu que os supers que fazem mais sucesso são aqueles que apresentam um comportamento mais humano, com todas suas falhas e incertezas? Pense nisso quando criar seu próximo personagem, mas não precisa exagerar: Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.

Why so serious?

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Super poderes não servem apenas para super confrontos. Servem também para super bobagens. Já pensou nas trapalhadas que seus personagens supers podem aprontar em situações cotidianas com seus poderes? Afinal, RPG não é só porradaria.

IRPGCast 89: O Super, o Heroi, e o Humano.

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Mais do que diferentes tipos de poderes, histórias de Super Herois podem tratar também de diversos tipos de comportamentos. Neste episódio, utilizamos exemplos do cinema para classificarmos e explicarmos os Super-Herois, os Super-Humanos e os Humanos-Herois. Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.

Todas as sociedades são iguais?

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Naquelas campanhas em que o grupo de personagens circulam por vários reinos, o comportamento das populações é sempre igual? Já pensou em acrescentar algumas diferenças comportamentais em cada reino para incentivar diferentes estratégias de aproximação em seus jogadores? Vários aspectos podem ser pensados para criar essas modificações: Atenção: Caso você não seja um indiano, o vídeo a seguir apresenta cenas fortes de cadáveres e putrefação. Quem torceu pelo touro no último vídeo, clica no link abaixo:

Duelo de Paitrocínios

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Que "Magic, the Gathering" é um saco sem fundo financeiro, e fato confirmado. A cada nova edição, ou você compra, ou você perde; e além disso, passados 2 anos, as centenas de reais que foram investidos nas cartinhas são jogados no lixo, pois tais cartas não são mais válidas nos "campeonatos oficiais". Pode parecer um mistério como uma atividade tão cara continue fazendo sucesso no Brasil, mas essa reportagem dá um indício do que pode estar se passando pela cabeça do público consumidor: É impressão minha ou o povo brasileiro é tratado como um trouxa gastador? E o pior, está merecendo esse título.

Com grandes poderes vêm grandes possibilidades

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Conseguir um super poder é acompanhado de um desejo incontrolável de combater o crime? É só conseguir qualquer habilidade mutante que você automaticamente ganha a habilidade extra de socar bandidos? Se você pensar bem, tornar um Super-Herói nem sempre é a melhor decisão a se tomar após se descobrir com com algum super poder. Maiores questões sobre esse tema serão destruídas no início da temporada 2012 do IRPGCast. Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.

E se os orcs estivessem quietos no canto deles?

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Já pensou em criar um background que justifique a posição dos inimigos de sua trama? A criminalização do artista - Como se fabricam marginais em nosso país from Rafael Lage on Vimeo . Será que os inimigos realmente querem ser vilões de alguma história?

IRPGCast 79: Ditadores de Jogo

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Shoran questiona Roj, Gélatz e Parancini sobre a validade de atitudes autoritárias do mestre-de-jogo.

Diferentes realidades alternativas no planeta Terra

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Muitos mestres de jogo buscam reinos distantes da fantasia para ambientar seus diferentes conceitos de realidade. Porém, ao redor do nosso planeta, várias realidades podem ser encontradas. Por exemplo, esta é a realidade que conhecemos: E essas são as várias realidades espalhadas pelo nosso mundo: Os elementos culturais de cada localidade interferem na realidade: Interferem absurdamente na realidade: E algumas distorções podem ocorrer até bem próximas da criação original:

Primeiro contato com uma nova civilização

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Em viagens por cenários de RPG, sempre existe a possibilidade do grupo dos jogadores encontrar uma tribo, cidade ou até mesmo um planeta que nunca teve contato direto com a civilização dos personagens. Muitos mestres-de-jogo resolvem isso com combates onde a grande atração é a nova habilidade dos inimigos, mas não seria mais interessante para o jogo uma tentativa de conversa inicial? Para representar bem este primeiro contato, o mestre-de-jogo deve conhecer/criar os costumes desta nova civilização, e ter em mente que eles não são capazes de entender tudo o que os visitantes estão querendo dizer ou fazer. Estender a mão para um cumprimento não significa nada para uma cultura que se saúda mostrando a língua, e um simples aceno pode significar algo muito ofensivo. As dificuldades de compreensão ocorrerão por parte dos personagens jogadores também, pois seus novos "amigos" têm uma linguagem próprio, e costumes um tanto difíceis de serem entendidos, como cuspir nos pés ante...

Cada um no seu Live Action.

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Olha só no que dá se meter no Live Action dos outros: Se fosse jogador de RPG, não teria cometido essa gafe, pois saberia que tem que consultar o mestre de jogo sempre que precisar fazer uma disputa de jo ken po .

Quão longe você vai para cumprir a obsessão do seu personagem?

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Na hora de fazer a ficha é fácil encher o personagem de características negativas só pra ganhar pontos, mas e durante o jogo, para interpretar esse personagem? Até que ponto o jogador aceita se lascar na aventura para cumprir todos aqueles defeitos psicológicos que colocou no personagem? O jogador deve pensar nesses detalhes ao pegar tais elementos para seu personagem, pois sempre existe a possibilidade de tais elementos deixarem o jogo muito mais difícil, e algumas vezez, até impossível para ele e para o grupo. Não existe limite para a obsessão humana, o raciocínio lógico não consegue vencer algo que faça parte da natureza do personagem (alguns remédios tarja preta podem até conseguir). Muitas vezes, o jogador não dá conta de cumprir todos esses defeitos do seu personagem, e começa a tentar contornar isso se esquecendo de tais características ou lembrando só quando elas não causam prejuízo algum. Cabe ao mestre lembrar o jogador do defeito que ele assumiu e, avisá-lo de que...

Qual a credibilidade dos clérigos em seu cenário?

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Muitos jogadores consideram religiões apenas como diferentes fontes de poderes mágicos para seus clérigos, mas e o efeito que essa religião causa neste mundo de jogo, é levada em consideração? Até que ponto o alto grau de devoção de um cenário deveria abrir algumas portas populares para o grupo de jogo pelo simples fato de um clérigo estar fazendo parte dele? E até que ponto os interesses do clérigo seriam os mesmos interesses do grupo de aventureiros? Ou será que os conceitos seguidos pelo clérigo são tão incoerentes que até um ex-participante de reality show teria moral para esculhambar publicamente seus comportamentos?