Limites para a imersão no personagem.
Tem gente que chama RPG como jogo de maluco, mas tem maluco que dá motivo para isso. O jogo acaba, o maluco está no ônibus voltando para casa, mas continua se comportando como se fosse o personagem, com falas e gestos. A parte mais divertida do RPG é a imersão no personagem, viver a vida de outra pessoa, MAS, carregar isso para fora do jogo é coisa de doente mental, pessoa com carência, a um passo de ficar sozinho no quarto chorando ao som de música emocore. Brincar como o personagem entre os amigos fora do jogo (amigos que TAMBÉM jogam, que fique bem claro) é muito divertido, mas levar o personagem para outro contexto, é pedir para ser chamado de nerd maluco jogador de jogo do satanás. Quer vergonha social maior do que levar a sério namoro de personagem virtual? O pessoal do "The Guild" fala disso com muita autoridade nessa palestra feita no YMCA de San Francisco, em janeiro de 2010: Fica dormindo nas aulas de Inglês? Procure o menuzinho do youtube (no canto inferior direito...